QUEM SOU EU

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Belém, Norte/PA, Brazil
Ex-oficial do Exército Brasileiro; Graduado em Engenharia Elétrica/Eletrônica; Especialista (MBA-Latus Sensus) em Gestão da Segurança Empresarial. Atual Cordenador e Professor do Curso Superior de Graduação Tecnológica em Gestão da Segurança Privada das Faculdades de Integradas Ipiranga; Professsor do ITAM para o curso de Técnico em Segurança do Trabalho; Professor do INABRA para o curso Técnico em Eletrotécnica; Consultor Independente em Segurança Privada.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

PRESENÇAS ILUSTRES NO 1º ENSEP

É COM SATISFAÇÃO QUE DIVULGAMOS ATRAVÉS DE NOSSO BLOG QUE CONTAREMOS COM A ILUSTRE PRESENÇA DE DOIS BALUARTES DA ÁREA DE SEGURANÇA PRIVADA NO BRASIL EM NOSSO PRIMEIRO ENCONTRO DA SEGURANÇA PRIVADA AQUI NAS FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA.

Dr. ADELAR ANDERLE
Consultor em Segurança e Advogado. Foca seu trabalho na apresentação de soluções em segurança privada para entidades de classe, poder público e empresas. É Delegado de Polícia Federal Aposentado e traz em sua bagagem 32 anos de experiências policiais, o que o habilita como especialista em segurança integral. Nos últimos 6 anos da ativa, esteve à frente da Coordenação Geral de Controle de Segurança Privada da Polícia Federal. Como Oficial da Polícia Militar do Rio Grande do Sul e como Delegado de Polícia Federal exerceu funções de polícia ambiental, de fronteiras, de combate às drogas, crime organizado e lavagem de dinheiro. Exerceu o magistério superior na área do Direito, nos cursos de graduação, pós-graduação e escola da magistratura, bem como foi instrutor da Escola de Cadetes e da Academia Nacional de Polícia. É Mestre em Direito Público pela Universidade de Brasília/UNB e Especialista em Direito Ambiental. Possui MBA de Gestão em Segurança pela Fundação Getúlio Vargas/FGV, Gestão Policial pela Academia do FBI/EUA e Gestão Avançada em Segurança pela Academia Internacional de Polícia/Departamento de Estado/EUA.
VINICIUS DOMINGUES CAVALCANTE (CPP)
Profissional de segurança desde 1985. Detém 25 cursos e estágios na área de segurança e inteligência, tendo participado de treinamentos na Colômbia e também na Grã-Bretanha. Atua como Consultor em segurança nas áreas de planejamento e normatização, inteligência, segurança pessoal e treinamento. É um dos profissionais internacionalmente certificados pela American Society for Industrial Security (www.asisonline.org) no Brasil. Diretor Regional da Associação Brasileira de Profissionais de Segurança (www.abseg.com.br) no Rio de Janeiro, há 26 anos integra a Diretoria de Segurança da Câmara Municipal do Rio de Janeiro como servidor público concursado. É membro do Conselho de Segurança da Associação Comercial do Rio de Janeiro. Atua na segurança de pessoas de notável projeção bem como treinou efetivos de segurança pessoal de diversas instituições públicas e privadas. É instrutor convidado em cursos na PMERJ, ACADEPOL (RJ), Secretaria Nacional de Segurança Pública e Centro Regional das Nações Unidas para a Paz, o Desarmamento e o Desenvolvimento Social na América Latina e Caribe (UN-Lirec). É articulista em publicações especializadas em segurança do Brasil e do exterior, como o JORNAL DA SEGURANÇA, as revistas PROTEGER, SECURITY, SEGURANÇA PRIVADA, REVISTA SESVESP, SEGURANÇA & DEFESA, TECNOLOGIA & DEFESA no Brasil, bem como SEGURIDAD LATINA e GLOBAL ENFORCEMENT REVIEW e DIÁLOGO AMÉRICAS, nos Estados Unidos, e INTERNATIONAL FIRE AND SECURITY REVIEW, na Grã-Bretanha, com mais de 90 textos publicados. Possui artigos sobre segurança publicados nos Jornais O GLOBO e MONITOR MERCANTIL. Autor de três DVDs com video-aulas sobre segurança abordando SEGURANÇA DE DIGNITÁRIOS, OCORRÊNCIAS ENVOLVENDO ARTEFATOS EXPLOSIVOS e ESPIONAGEM E CONTRA-ESPIONAGEM NO MEIO EMPRESARIAL, produzidos e distribuídos pelo Jornal da Segurança para todo o Brasil.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

TÉCNICAS OPERACIONAIS AVANÇADAS

 ENTRE PARA O HALL DA ELITE DA SEGURANÇA PRIVADA NA REGIÃO NORTE
SEJA UM BÚFALO DO NORTE

POR QUE VOCÊ DEVERIA FAZER UM CURSO DE TÉCNICAS DE SOBREVIVÊNCIA ? 

Sobreviver é uma ciência denominada EPIBIOLOGIA, é nossa primeira necessidade.

Sobrevivência é nossa rotina de vida, e por que não referendá-la como extensão do tempo de vida. Para morrermos é só deixar a vida seguir seu curso natural sem qualquer tipo de interferência, entretanto para nos mantermos vivos... Precisamos fazer muito! 

Nossa vida pessoal é única... Frágil... Perecível... Irrecuperável se perdida. Sobrevivência é mais importante do que ter uma profissão. Se você não sobreviver, não terá profissão nenhuma.
A canoa
“Em um largo rio de difícil travessia havia um barqueiro que atravessava as pessoas de um lado para o outro. Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora. Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro: Companheiro, você entende de leis? Não. - Responde o barqueiro. E o advogado compadecido: É pena, você perdeu metade da vida! A professora muito social entra na conversa: Seu barqueiro, você sabe ler e escrever? Também não. - Responde o remador. Que pena! - Condói-se a mestra - Você perdeu metade da vida! Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco. O canoeiro preocupado, pergunta: Vocês sabem nadar? Não! - Responderam eles rapidamente. Então é uma pena - Concluiu o barqueiro - Vocês perderam toda a vida!” - Paulo Freire


O conhecimento em sobrevivência aumenta nossa segurança psicológica evitando atitudes desesperadas e catastróficas. 

É melhor saber e não precisar do que precisar e não saber, pois a natureza não se adaptará a você, você é quem terá que se adaptar a ela. 

Situações de emergência são surpreendentes e podem provocar grandes perdas, exigem conhecimento prévio e geralmente não nos dão segunda chance, portanto, esteja preparado. 



sexta-feira, 29 de julho de 2011

PÓS-GRADUAÇÃO EM SEGURANÇA PRIVADA

LANÇAMENTO EM 22 DE JUNHO DE 2012 NO 1º ENCONTRO DA SEGURANÇA PRIVADA (1º ENSEP)
 Para maiores informações acesse o link
 http://www.ipirangaeducacional.com.br/index.php?pg=txt&id=357

sexta-feira, 1 de julho de 2011

DICAS PARA SEGURANÇA EM RESIDÊNCIAS NO PERÍODO DAS FÉRIAS ESCOLARES

1.    É necessário que o morador evite ao máximo a divulgação da rotina de viagem;
2.    Não deixe luzes acesas. Durante o dia indicam que a casa está vazia. Utilize timers para ligar luzes, rádio ou televisão, para dar a impressão de ocupação da residência;
3.    Comunique sua ausência a um parente/vizinho de confiança, fazendo contato eventualmente para saber se está tudo em ordem. Deixe com eles seus meios de contato também para qualquer eventualidade;
4.    Não deixe jóias ou dinheiro em casa, mesmo dentro de cofre. Procure deixar os objetos de valor em locais de difícil acesso e trancados. Recomendamos que as portas intermediárias até este cômodo sejam travadas de alguma forma também;
5.    No caso de residências com jardim na frente, contrate alguém para mantê-lo limpo, evitando aspecto de abandono;
6.    Só deixe chaves com pessoas de absoluta confiança. Evite deixar as chaves nas portas ou próximo a elas, como dentro de vaso de planta por exemplo;
7.    Evite colocar cadeado do lado externo do portão. Isso poderá denunciar a saída dos moradores;
8.    Suspender no período de ausência as entregas de jornais, revistas e outros serviços de assinatura com entrega;
9.    As correspondências que não puderem ser suspensas deverão ser recolhidas por uma pessoa de confiança ou depositadas em caixas de correspondências;
10. Ao sair verificar se todos os registros estão devidamente fechados e todas as luzes estão apagadas. Evite desperdícios;
 

terça-feira, 7 de junho de 2011

SEJA UM BÚFALO DO NORTE



CURSO DE TÉCNICAS OPERACIONAIS AVANÇADAS
DIAS 12,13 E 14 DE AGOSTO
LOCAL: ILHA DE COTIJUBA
ORIENTAÇÃO DIURNA E NOTURNA;
NÓS E AMARRAÇÕES E TÉCNICAS DE RAPEL;
PRIMEIROS SOCORROS COM EMPREGOS DOS MEIOS DE FORTUNA;
TÉCNICAS DE OBTENÇÃO DE ÁGUA, FOGO, CAÇA E PESCA;
TÉCNICAS DE MARINHARIA E RESGATE AQUÁTICO
TÉCNICAS DE SOBREVIVÊNCIA NA SELVA;
INVESTIMENTO = R$ 250,00 (DUZENTOS E CINQUENTA REAIS)
PARA INFORMAÇÕES LIGUE PARA 91-82870263/87330560 OU ENCAMINHE UM E-MAIL PARA: segurancaprivadafaz@gmail.com

Seduc promete investir para deixar escolas seguras no Amazonas

Manaus - Reforço no policiamento, instalações de mais câmeras  e ampliação da segurança terceirizada são as apostas da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) para tentar combater a entrada de armas de fogo e atos de violência nas escolas públicas na capital.
De acordo com a Seduc, atualmente, 63 das 220 unidades de ensino da rede estadual não possuem câmeras de segurança. Deste total, 34 não possuem segurança privada e estão vulneráveis a assaltos e outros atos de violência em suas dependências.
A Seduc informou ter como metas estender a instalação de câmeras para  monitorar o movimento dentro das unidades e em áreas de limite das escolas. Outra medida anunciada é a ampliação da segurança privada terceirizada a todas as escolas estaduais. Não foi divulgado o prazo para conclusão destes serviços, que devem ser anunciados nessa semana, de acordo com a assessoria de imprensa da Seduc.
No início do mês passado, um estudante de 15 anos do 1º Ano do Ensino Médio da Escola Estadual Josué Cláudio de Souza, na Avenida Beira Rio, no Coroado 2, zona leste, foi apreendido por Policiais  Militares (PM), depois de ter sido flagrado com uma pistola PT.40  De acordo com depoimento do aluno, ele tinha a intenção de matar um outro estudante de 16 anos com quem havia discutido.
No ano passado, um homem armado com revólver invadiu a Escola Municipal Hemetério Cabrinha, na Rua São João, Bairro Coroado 2, zona leste de Manaus. A presença do homem causou pânico aos 250 estudantes, além de professores e prestadores de serviços. Ele tentou entrar na sala da diretoria, mas foi impedido pela vigilante da escola.
Professores
Para a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam), Ísis Tavares, os estudantes estão se tornando mais ousados em relação aos atos de violência em salas de aula. Ela ressaltou que as agressões verbais e físicas contra os professores são constantes.

Fonte: D24am.com

Polícia Federal aperta o cerco contra as empresas clandestinas

A Polícia Federal está intensificando as operações de fiscalizações em empresas que prestam serviços de segurança privada em Ponta Grosa. A meta é inibir que a clandestinidade tome conta do setor. A estimativa é de que pelo menos seis firmas que realizam o serviço no município estão na irregularidade. Segundo dados do Sindicato dos Vigilantes, hoje 500 pessoas atuam na profissão e a estimativa é de que exista o dobro trabalhando ilegalmente.
De acordo com o delegado da PF, Jonathan Trevisan Júnior, o órgão está fiscalizando as empresas de segurança privada e irá fechar as que atuam sem estarem devidamente regulamentadas. “A empresa que não tem autorização da Polícia Federal para funcionar no ramo irá receber um auto de encerramento de atividades e deverá fechar as portas. Não pode prestar serviços de segurança”, ressalta Trevisan. Contudo, caso a empresa tenha autorização para atuar no setor, mas os profissionais estejam irregulares será estipulada uma multa que varia entre R$ 2 mil a R$ 5 mil.

Fonte: Jornal da Manhã (Ponta Grossa) publicado em 04 de Junho de 2011

Aracaju sediará encontro da Fenavist

A atuação da segurança privada na Copa do Mundo 2014 e capacitação de vigilantes serão alguns dos temas discutidos em Aracaju na próxima quinta-feira, 9 de junho, durante a 8ª Reunião de Diretoria Executiva da Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist). Organizado pelo Sindicato das Empresas de Segurança Privada de Sergipe (Sindesp/SE), o encontro acontecerá às 16 horas no Radisson Hotel e reunirá especialistas em Segurança Privada de todo o País.

Estarão presentes diretores da Federação Nacional, presidentes de sindicatos, delegados representantes dos sindicatos, além de empresários sergipanos. O empresário Marco Aurélio Pinheiro, presidente do Sindesp/SE, é o anfitrião do encontro em Aracaju. Na ocasião, também serão discutidos outros assuntos como o novo Estatuto da Segurança Privada que tramita no Congresso Nacional e o projeto de capacitação dos vigilantes visando os grandes eventos que o Brasil sediará em 2013, 2014 e 2016.

A reunião
Realizada mensalmente, a reunião discute temas ligados a Segurança, além de deliberar ações a serem executadas pela Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist) e sindicatos. Estratégias e forma de atuação da entidade também são discutidas e decididas nesses encontros.

Sindesp
O Sindicato das Empresas de Segurança Privada de Sergipe (Sindesp/SE) tem na presidência o empresário Marco Aurélio Pinheiro. A entidade reúne dez  empresas de segurança privada e de transportes de valores no seu quadro de associados e tem como objetivo de combater as empresas que atuam de forma clandestina nesse segmento.

Banco Central diz que nota de real pintada por Bancos não vale nada

O Banco Central anunciou no dia 01 de junho que notas de real danificadas por dispositivo antifurto não serão válidas como pagamento e quem tiver com essas cédulas não será ressarcido dos valores. Procon-SP oficiou a instituição.
Para o Procon-SP não é admissível que uma medida de segurança privada intrínseca à atividade bancária seja repassada à população. Essas notas danificadas já circulam no mercado, inclusive nos pontos de atendimento das instituições financeiras, como os caixas eletrônicos. O consumidor que realizar um saque de um caixa eletrônico e se deparar com uma nota manchada não terá como contestar e pedir a reparação de imediato.
Por esse motivo, o Procon-SP oficiou Banco Central solicitando esclarecimentos e readequação das normas às diretrizes do Código de Defesa do Consumidor, que pressupõe a boa-fé .
Os consumidores devem ter atenção redobrada e não devem aceitar nenhuma nota suspeita. De acordo com o BC, o objetivo da medidas é dificultar a circulação de notas roubadas ou furtadas e ajudar na redução dos casos de furtos e roubos a caixas eletrônicos que vem acontecendo nos últimos meses.
A decisão consta de regulamentação específica do Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Banco Central do Brasil (BC), Resolução 3981 e Circular 3538;  Que orienta o portador de nota danificada a procurar uma agência bancária e entregá-la.  A nota será encaminhada para análise e, caso fique comprovado que o dano foi em decorrência do dispositivo antifurto, o banco comunicará ao portador. Os valores não serão ressarcidos.
Por: Procon

Qual seria a função da Polícia no campus?

O Jornal do Campus ouviu autoridades e pesquisadores de segurança pública sobre a presença da Polícia Militar no Campus da USP e sobre propostas consistentes para solucionar a insegurança na universidade. As autoridades ouvidas foram: Maria Glaucíria Mota Brasil, professora da Universidade Estadual do Ceará (UECE) e coordenadora do Laboratório de Direitos Humanos e Cidadania da UECE; André Zanetic, cientista político formado pela FFLCH-USP e autor da tese de doutorado A relação entre as polícias e a segurança privada nas práticas de prevenção e controle do crime; e Carlos Alberto Barbosa (Caio) Dantas, Pró-Reitor de graduação da USP de 1994 a 1997.

Jornal do Campus: Como ocorre a relação entre polícia militar e universidades brasileiras desde o fim da ditadura militar?
Maria Brasil: As relações sempre foram tensas entre polícia e universidades brasileiras, quer pela história de participação da polícia na repressão dos movimentos populares e sociais, quer pela participação direta da mesma nas práticas criminosas de torturas e assassinatos dos oposicionistas da ditadura; sendo muitos desses opositores professores e pesquisadores das universidades, essas lembranças ainda nos assombram.

JC: Você acredita que a Polícia Militar está preparada ou deve sofrer um treinamento específico para lidar e abordar estudantes e manifestações estudantis?
MB: A PM não está preparada para essa abordagem e, não vai ser apenas um treinamento que vai resolver o problema. A questão é mais complexa e diz respeito à constituição orgânica das forças militares como dispositivo de policiamento dos espaços públicos.

JC: Quais seriam as alternativas das universidades para o problema da segurança?
MB: O mais importante é tornar os espaços universitários centros de convivência, áreas de lazer e arte com alamedas, praças e ruas, iluminação e outras ações socioculturais que possibilitem a sensação de segurança individual e coletiva. As universidades não podem mais, em pleno século XXI, fechar seus portões aos setores marginalizados da sociedade brasileira. O desafio frente à insegurança é articular parcerias com diversos setores da sociedade por meio de diferentes políticas de intervenções político-sociais.
André Zanetic: Não há uma solução única nem mágica. A questão da entrada ou não da PM no campus, por exemplo, é uma falsa questão. Em maior ou menor grau, as polícias civil e militar sempre fizeram parte do contexto universitário, e certamente continuarão fazendo. Para certos tipos de ações relacionadas ao crime e à segurança não existe outra força capaz de fazer frente. Toda a questão reside na articulação entre essas esferas, no nível em que cada uma participará em maior ou menor grau, e na adequada interrelação entre elas.

JC: A senhora é favorável à presença da Polícia Militar em campi universitários?
MB: No caso das Universidades Federais essa presença é vetada, cabendo à Polícia Federal atuar nas ocorrências de crimes nesses campi. De modo geral, eles têm contratado serviços de empresas de segurança para fazer a vigilância e garantir a segurança nos campi. No caso das Universidades Estaduais, há serviços de vigilância realizados por empresas de segurança e a solicitação para que carros da PM dêem apoio à vigilância no campus. Sou favorável que a PM dê apoio ao serviço de vigilância e segurança feito por civis nas universidades.

JC: Qual sua opinião em relação à presença da PM na USP, especificamente? E qual seria a melhor solução para a onda de violência vivida pelo campus da USP, em São Paulo?
MB: Como já estamos cansados de saber, segurança pública não se reduz a “caso de polícia”. Precisam ser pensadas ações/políticas de curto, médio e longo prazo, capazes de alterar essa situação de insegurança que atinge a todos. O que está em jogo é a segurança coletiva, sem ignorar as liberdades individuais dos que vivencia os espaços acadêmicos. “Se o País não for para cada um, pode estar certo, não vai ser prá nenhum.” A Universidade tem que se abrir para o seu entorno e construir suas redes de proteção social, a presença da PM no campus é um paliativo que não resolve o problema, apenas adia a sua resolução.

JC: A distância entre os prédios e a baixa luminosidade de algumas áreas da USP colaboram com a violência no campus?
Caio Dantas: Sim. O principal problema do campus da USP é a dispersão geográfica. Os institutos são muitos distantes e cercados por árvores e áreas mal iluminadas. Além disso, a ausência de instrumentos da universidade, como bibliotecas e secretarias, funcionando durante o período noturno colaboram para o crescimento da insegurança.
No meu ponto de vista, é muito mais racional utilizar os espaços dos barracões como uma praça de aula, que agruparia diversos institutos, do que a construção de outros prédios administrativos.

Fonte: JORNAL DO CAMPUS, por  Marcelo Pellegrini

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Universidades abrem mão da PM, mas se protegem com vigilantes

Após o estudante Felipe Ramos de Paiva, de 24 anos, morrer com um tiro na cabeça na Universidade de São Paulo (USP), o Conselho Gestor da instituição aprovou o patrulhamento ostensivo da Polícia Militar dentro do campus. Até então, a segurança dos 4,7 milhões de metros quadrados do local era feita por 114 agentes da guarda universitária, e a PM só entrava caso houvesse alguma ocorrência ou fosse chamada. O modelo que utiliza agentes contratados ou terceirizados, agora em debate, é similar ao da maioria das universidades públicas brasileiras que, apesar de sentirem necessidade de se proteger, abrem mão presença da polícia. 
No Rio Grande do Sul, mesmo após uma tentativa de roubo em 2003 ter resultado na morte de um vigilante que reagiu ao assalto na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), as duas principais federais do Estado não contam com a PM. De lá para cá, não foram registrados crimes contra a vida de estudantes, funcionários e professores na UFRGS, mas um homem foi morto a tiros no terminal de ônibus que fica na entrada do campus em dezembro do ano passado.
Segundo Daniel Pereira, que coordena há oito anos a segurança nos quatro campi da instituição em Porto Alegre, vigilantes concursados pela universidade e por uma empresa privada de segurança contratada por meio de licitação, além de sistemas de monitoramento, fazem o trabalho. A PM realiza apenas rondas no Campus do Vale, que é maior, fica numa região afastada da cidade e por ele passam linhas de ônibus. "Por uma questão de competências, não temos Polícia Militar na universidade, o que há é um bom relacionamento com as forças de segurança do Estado", explica Pereira.
Neste ano, foram registradas apenas furtos de bicicleta no sistema pelo qual os alunos podem relatar ocorrências dentro da universidade. Em 2009, um homem armado disparou dois tiros no interior da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, mas não houve feridos. A reclamação maior dos estudantes, que já realizaram protestos por segurança, é quanto a roubos e furtos nas ruas próximas aos campi da UFRGS na região central de Porto Alegre.

Ao contrário da UFRGS, que tem unidades espalhadas na capital, o campus da Universidade Federal de Santa Maria, na região central do Rio Grande do Sul, é quase todo concentrado em uma área afastada da cidade. A universidade já registrou casos de violência, principalmente à noite, já que o campus fica praticamente na área rural do município. Cerca de 150 seguranças, entre concursados e funcionários de duas empresas terceirizadas, fazem a vigilância com o auxílio de duas viaturas e câmeras de vigilância. A entrada de veículos, liberada durante o dia, tem mais controle à noite e nos finais de semana. O pró-reitor de infraestrutura da instituição, Valdir Brondani, diz que as ocorrências de furto diminuíram após a ampliação do número de salas monitoradas por câmeras.
Na USP, antes mesmo da polêmica gerada pelo crime, o aumento do número de furtos de veículos fez com que a instituição requisitasse um reforço no monitoramento do campus Butantã desde o último dia 25 de abril. Quatro viaturas e duas motos patrulham e fazem bloqueios em diversos pontos do campus, segundo o 16º Batalhão da Polícia Militar, o mais próximo a USP. Agora, um protocolo de atuação para a PM na universidade está sendo fechado e a presença passará a ser definitiva. A Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade terá até agosto um plano próprio de segurança. Segundo o diretor da unidade, Reinaldo Guerreiro, 150 câmeras de vigilância foram instaladas em corredores e salas de aula – quase o dobro das câmeras do serviço de vigilância da USP, 85.

Fonte IG: São Paulo

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Moçambique: Nova direção do Sindicato da G4S privilegia dialógo e espírito de trabalho

Maputo - A nova direcção do sindicato da empresa britânica G4S, a maior do ramo de segurança em todo o mundo, e presente em Moçambique, tomou posse esta quarta-feira.
O Sindicato Nacional dos Trabalhadores das Empresas de Segurança Privada (SINTESP) representado pelo Secretário Geral, Júlio Sitoe disse que a investidura do Comité Sindical da Empresa foi um acto de grande importância na vida da empresa e dos trabalhadores.

«O orgão que acabou de tomar posse tem a missão de servir a maioria e facilitar a ligação entre os trabalhadores e a empresa. Queremos encontrar espaço de inteiração pela via de dialógo e espírito de trabalho», disse Júlio Sitoe.

O sindicato tem que transmitir aos trabalhadores todos as decisões tomadas pela empresa e encontrar a melhor forma de solucionar os problemas sem, no entanto, recorrer à violência, apelou o secretário-geral do SINTESP, Júlio Sitoe.

Por seu turno, Boaventura Mutemucuio, secretário do comité sindical da G4S afirmou, minutos após ser empossado, que se vai comprometer na luta pelos direitos dos trabalhadores e priorizar o diálogo entre as duas partes, como forma de evitar conflitos laborais.

O administrador delegado adjunto da G4S, Pedro Baltazar, começou por felicitar o SINTESP pela forma como mediou os conflitos laborais registados em Abril passado, tendo de seguida manifestado um sentimento de alegria e responsabilidade. «Estou convencido que estão criadas as condições de uma relação de diálogo entre as duas partes. Espero que o novo elenco represente com responsabilidade os trabalhadores e melhore os canais de comunicação entre a empresa e a massa laboral», disse Pedro Baltazar que acrescentou ainda, que depois das manifestações, a G4S começa uma nova época e cada uma das partes deve assumir o desafio.

A G4S é a maior empresa privada de segurança em Moçambique, contando atualmente com cerca de 11 mil trabalhadores, espalhados por diversos serviços prestados pela firma entre eles o de vigilância estática, transporte de valores e forças armadas.

                                                                                     Por:Jorge Mirione
(c) PNN Portuguese News Network

terça-feira, 10 de maio de 2011

Brutamontes dá lugar a guarda-costas discreto

Sai de cena o brutamontes, aquele guarda-costas tipo "armário", e assume o posto um agente discreto, com boa formação, bilíngue e salário de R$ 12 mil por mês.
A demanda por novos perfis de profissionais é ditada por um setor que se modernizou. "O mercado ficou mais exigente e o segurança precisou evoluir para acompanhar os novos tempos", diz José Jacobson Neto, diretor do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de SP.
Não basta exibir os cursos de formação exigidos por lei, portar arma e fazer cara feia.
"Quem protege VIPs ou executivos está num ambiente cercado de tecnologia, como câmeras e sensores, e tem de estar familiarizado com os equipamentos sofisticados e ter noções de TI [tecnologia da informação]", completa o diretor do sindicato.
João Fernando Rossler, 53 anos, viu seu passe valorizar no mercado pelo fato de falar inglês e espanhol e ter feito cursos nos Estados Unidos.
O nicho dos superagentes está em expansão desde o final dos anos 1990. Em todo o Brasil, estão habilitados para segurança pessoal privada cerca de 5.000 profissionais, dos quais 2.000 atuam em São Paulo, segundo o sindicato patronal. "Fora clandestinos e policiais que fazem bico como segurança, o que é proibido por lei", diz Neto.
Registro
Para obter o registro, o vigilante deve fazer cursos de formação e especialização exigidos pela Polícia Federal.
Entre as novas qualificações requeridas por clientes que pagam até R$ 12 mil por um guarda-costas estão conhecimentos de enfermagem e domínio de tecnologias de proteção, como blindagem.
No caso de celebridades, a regra é: menos músculos, mais inteligência. "A truculência pode resultar em dano de imagem para o VIP", diz Kaiser Santos, 40 anos, gerente da ZCops, empresa que cuida de jogadores, entre eles Roberto Carlos, ex-Corinthians.

Fonte: Folha de São Paulo 8/5/11

terça-feira, 3 de maio de 2011

Principal vitrine latino-americana do setor de segurança privada Exposec acontece entre 24 e 26 de maio

Realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE) e organizada pelo Grupo Cipa, a 14ª edição da Exposec (Feira Internacional de Segurança) será realizada entre os dias 24 e 26 de maio de 2011 no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Com entrada franca, o evento tem como objetivo apresentar novidades, antecipar tendências, gerar negócios e, principalmente, difundir conhecimentos e atualização para quem atua neste mercado.

"A cada ano, a Exposec consegue superar as expectativas atuando como o ponto de encontro e de fortalecimento do mercado. Este é um segmento que reserva grandes oportunidades de negócios e muitas possibilidades de crescimento e nesta ocasião, o setor consegue reafirmar ainda mais seu potencial, principalmente por conta dos eventos esportivos inéditos que serão realizados no Brasil e demandarão um olhar muito mais atento à questão da segurança preventiva, por meio de dispositivos eletrônicos e monitoramento urbano inteligente", afirma Carlos Alberto Progianti, presidente nacional da ABESE. Já em 2010 observamos um incremento de 10% no setor, principalmente pela necessidade cada vez maior de apoiar estrategicamente o combate da criminalidade e auxílio na identificação de crimes e suspeitos, tanto privado, em eventos públicos de grandes dimensões, ligados também à infraestrutura geral como em aeroportos, rodoviárias e vias públicas, complementa.

Na feira deste ano, estarão presentes mais de 600 empresas de mais de 15 países que serão visitadas por mais de 34 mil pessoas durante os três dias. A expectativa é superar o número de visitantes e também os negócios gerados em 2010, que foram de cerca de R$ 125 milhões. A edição 2011 será a maior de todas, ressalta José Roberto Sevieri, presidente do Grupo CIPA.

Com mais de 600 expositores, a feira espera movimentar aproximadamente R$ 135 milhões em negócios. Segundo o presidente do Grupo CIPA, José Roberto Sevieri, o evento reafirmou a importância de reunir em um único local empresas especializadas dos mais variados países. Essa edição comprova que o mercado está aquecido e mostra também que o público está interessado em inovações. Para a edição 2011 certamente esperamos resultados ainda melhores, conclui.

Os números da Exposec acompanham o aquecido mercado de Sistemas Eletrônicos de Segurança. Nos últimos dez anos, o mercado vem crescendo com taxas médias de 13% anualmente, embora o potencial seja ainda maior. De um total de 6,18 milhões de imóveis com possibilidade de receber sistemas de alarmes monitorados, apenas pouco mais de 11% desse total ou 710 mil imóveis são monitorados no país, número distribuído entre as grandes e pequenas empresas de monitoramento do mercado que vem registrando significativo crescimento nos últimos três anos. 

Abrangente e completa, a 14ª Exposec reunirá em seu espaço empresas que atuam com diversos gêneros da segurança eletrônica, como: centrais de monitoramento, centrais perimétricas, circuitos fechados, controle de acessos, detecção de incêndio, fechaduras de segurança, portas de segurança, dentre outras. Além disso, a feira também contemplará entidades e companhias que atuam com segurança pessoal e patrimonial, cofres, transporte de valores e veículos blindados. 

* Mais informações pelo telefone: (11) 3294-8033 e (11) 5585-4355 ou pelo site:  www.exposec.tmp.br

SERVIÇOantes - Rodovia dos Imigrantes Km 1,5 - São Paulo (SP)

Dias: 24 a 26 de maio

Horário: das13h às 20h

Mais informações: www.exposec.tmp.br ou pelo telefone (11) 3294-8033 / 5585-4355

Entrada gratuita

OBS: Também será oferecido diariamente transporte gratuito (ida e volta), saindo da Estação Jabaquara do Metrô (Rua Nelson Fernandes, 400 – ao lado do terminal de ônibus)

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Contratação de agentes de segurança em MS terá novas regras

Pensando em atender melhor a população, o deputado estadual Mauricio Picarelli (PMDB) apresentou na sessão ordinária desta quarta-feira (27), na Assembleia Legislativa, um projeto de lei que estabelece novas regras para contratação de agentes de segurança em bares, restaurantes, boates, lojas, magazines e estabelecimentos congêneres.
Com a nova proposta, os estabelecimentos comerciais só poderão contratar agentes de segurança credenciados pela Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública). Dessa forma o órgão deverá criar um sistema de cadastros de profissionais que atuem na área de segurança privada.
De acordo com Picarelli o objetivo do projeto é disciplinar e garantir o bom funcionamento da empresas, no sentido de proporcionar o adequado treinamento e capacitação de seus agentes, por meio de cursos periódicos e regulares sobre noções de abordagem, educação e boas maneiras para tratar com o consumidor ; bem como fiscalizar e supervisionar a atuação desses profissionais.
O Vice-Presidente da Casa, justifica a importância da lei, caso seja aprovada, para coibir os casos de violência envolvendo agentes de segurança no Estado nos últimos meses, inclusive o último registrado no dia 23 de abril, onde um segurança de um estabelecimento comercial da Capital foi acusado de agredir um cidadão, por suspeitar que o mesmo estava furtando.
“ Não podemos nos calar, nem ficar omissos diante de tanto despreparo e falta de qualificação de alguns desses agentes de segurança. O cidadão não pode ser tratado de forma desumana e degradante e muito menos ter seus direitos violados ”, finaliza Picarelli ressaltando a importância da Lei Maior, em seu art.5° que garante os direitos fundamentais do cidadão.
O projeto prevê multa de 64 Uferms (Unidades Fiscais de Referência de Mato Grosso do Sul) o que equivale nos dias de hoje aproximadamente R$ 995,00. Em caso de reincidência, a multa será aplicada em dobro. É estabelecido ainda que os recursos arrecadados com as multas sejam destinados à Sejusp.
Fonte: MS Notícias

quarta-feira, 27 de abril de 2011

EVITANDO ASSALTO A RESIDÊNCIA

  1. Acostume-se a trancar sempre portas e portões de acesso de sua casa. Não os deixe abertos  inutilmente, ainda que por poucos momentos. Os delinqüentes valem-se de nossos descuidos;
  2. Procure proteger as janelas e basculantes com grandes sólidas, preferentemente instaladas no   lado interno. Faça o mesmo em relação a todas aquelas que possam ser alcançadas através das próprias obras de arte do imóvel, ou com uso de instrumento de escalada;
  3. Proteja a porta da cozinha. Isole aquela dependência durante o repouso noturno trancando as portas intermediárias. Aja da mesma maneira quando se ausentar. Os arrombamentos são mais freqüentes através dos acessos dos fundos da casa;
  4. Pela manhã, ao acordar, seus serviçais devem ficar atentos à presença de estranhos no quintal e que possam subjugá-los para ganhar o interior da casa. Assim sendo, procure isolar seu dormitório e de seus familiares do restante do imóvel. Não confie à empregada todas as chaves da casa mas somente aquelas necessárias para seu ingresso nas dependências da cozinha e anexos;
  5. Procure manter isolado o acesso do sótão da casa, localizando-o de preferência no banheiro ou em outra dependência que possa ficar trancada por fora no período noturno ou durante sua ausência;
  6. Esteja alerta à presença de suspeitos nas imediações de sua casa, nos momentos de sua chegada ou na hora de sua saída. Os roubos a residências têm grande incidência nos horários das 07 às 09 horas ou das 18 às 20 horas;
  7. Não admita o ingresso de estranhos em sua casa. As credenciais de carteiro, leitores de hidrômetro, entregadores de gás, funcionários das companhias de telefone e de energia elétrica, etc., devem ser devidamente examinadas e, em caso de dúvida, devem ser confirmadas por telefone. Sempre que possível alerte os outros familiares, ou o vizinho mais próximo , quando franquear a entrada de um deles em seu lar;
  8. Não guarde valores de monta em sua casa. Faça seguro deles e confie sua custódia a cofres particulares de agências bancárias. Se preferir usar cofres de segurança em sua casa, guarde sigilo quanto a sua existência e localização. Sempre que possível instale mais de um, instalando um deles fora de seus aposentos particulares;
  9. Use cães adestrados no lado externo da casa. Cachorros de estimação e/ou de pequeno porte devem ficar dentro de casa, principalmente na área dos fundos, onde poderão dar alarme no caso de tentativa de arrombamento;
  10. Ao contratar empregados, dê preferência àqueles que apresentam referências idôneas e que possam ser confirmadas mais facilmente. Se residirem fora do emprego, faça uma verificação de endereço antes de empregá-los. Em caso de dúvida, consulte a Polícia Civil;
  11. Não confie armas de fogo a vigias inexperientes e que não tenham comprovado estarem aptos a seu manejo correto e eficiente. Os guardas desavisados e simplórios são presa fácil dos delinqüentes que, no primeiro ato, se apossam de suas armas;
  12. Igualmente, não use armas de fogo se você não estiver familiarizado com seu manuseio. Uma pessoa destreinada pode ser levada à prática de atos temerários que podem expô-la a grandes riscos. Em caso de perigo, abra sua janela e faça vários disparos para o ar para despertar a atenção de circunstantes e agentes policiais;
  13. Mantenha sempre à mão os telefones de emergência da Polícia. Conheça a localização da Delegacia de Polícia de seu bairro. Instrua seus familiares e serviçais de como proceder em caso perigo iminente ou de simples observação de suspeitos nas imediações;
  14. Quando estiver só em sua casa e surgir um estranho que pretenda fazer entrega de encomendas não esperadas (presentes, flores, malas diretas, etc.), não abra sua porta e peça para que volte em outro horário. Se decidir atender, avise pelo telefone um vizinho e peça que ele fique observando o que irá suceder. Havendo outras pessoas na casa, uma delas devidamente resguardada, deve permanecer alerta vigiando o atendimento;
  15. Procure manter a entrada de sua casa livre de obstáculos que impeçam sua ampla visão do Interior do imóvel. Evite obras de arte, decorações de jardim , etc., que dificultem sua própria observação e também a de seus vizinhos, das áreas de acesso;
  16. Se por ventura instalar alarmes sonoros e/ou luminosos, deverá testá-los periodicamente para sua melhor segurança e também para que seus vizinhos, devidamente avisados, reconheçam-nos com facilidade e possam ajudar em caso de perigo;
  17. Os exaustores e aparelhos de ar condicionado devem ser solidamente presos à base de sustentação que, de sua vez, deve ser cravada em armação de concreto armado que circunde o orifício feito para sua instalação;
  18. Use todos os expedientes para dificultar a ação de delinqüentes, desde a simples colocação de trincos e travas de segurança nas portas e janelas, até trancas, correntes e cadeados nos pontos mais vulneráveis. Improvise suas defesas conforme a necessidade, a saber:

            Colocação de obstáculos internos que impeçam a abertura de portas, quando se ausentar;
            Distribua aparatos que façam barulho quando as portas e janelas forem forçadas;
            Em janelas e portas que deslizam sobre trilhos, coloque peças de madeira que impeçam seu
             deslizamento;
            Para manter vidraças fechadas faça um furo no ponto em que as partes se superpõem e
             introduza um prego ou parafuso resistente;
            Trave os basculantes, ("vitraux") mantendo a manopla presa à haste de acionamento por um cadeado ou mesmo com um arame grosso, apertado com alicate;
  19. Procure conhecer seus vizinhos e combinar com eles medidas de auxílio mútuo. A solidariedade é importante nos momentos de perigo;
  20. Se, nada obstante, você vier a se defrontar com delinqüentes, antes de tudo procure manter-se calmo. Não tente dialogar ou discutir com eles. Não os encare diretamente mas procure memorizar suas características pessoais, maneirismos, trajes, etc...Sobretudo não reaja, sua vida não tem preço. 

Sacar grandes somas de dinheiro em agência bancária é um convite à violência

Sacar grande somas de dinheiro em agências bancárias tem provacado tentativas de assalto, ferimentos e até mortes, nas grandes cidades brasileiras. Os especialistas do site fiquetranquilo (do Grupo Nordeste, líder em segurança privada no Brasil) conseideram esta prática muito arriscada, principalmente quando ocorre periodicamente - por exemplo, retirada mensal para pagamentos de empregados, de fornecedores etc.

DICAS

1. O ideal é depositar o salário dos empregados em uma conta especialmente aberta para esta finalidade.
2. Se não for possível por algum motivo, deposite o dinheiro na conta-corrente de seus colaboradores.
3. Converse com gerente de sua conta para lhe ofereça opções para grandes pagamentos, a fim de evitar saques de quantias elevadas.
4. Quando for indispensável sacar muito dinheiro em espécie, não comente isso com ninguém, ainda que sejam pessoas de confiança. Mais alguém pode ouvir, e contar para algum criminoso.
5. Não saia de agências bancárias com maletas 007, frequentemente utilizadas para carregar dinheiro.
6.Quando estes saques são obrigatórios, contrate uma empresa de seguranã pode trazer consequencias lamentáveis.
7. Em viagens ao exterior, prefira traveller´s check a dólares ou euros em espécie.
8. Em viagens prolongadas pelo Brasil, também evite carregar muito dinheiro. Cartões de débito e de crédito resolvem o problema. Caso tenha de levar cheques, retire as folhas do talão de cheques, mais fáceis de guardar sem chamar atenção.
9. Pagamento à vista, em dinheiro,ainda que prometam grandes descontos, são extremamente arriscados. Muitas vezes, a oferta é artimanha de criminosos para roubar mais facilmente elevadas somas de dinheiro.
10. Antes de pagar alguma conta em dinheiro,separe somente o valor necessário em local seguro, sem mostrar o quanto você tem na carteira.

Extorsões via telefone: como evitá-las

A extorsão através de telefonemas “falsos” funciona assim:
  1. um bandido/quadrilha faz um levantamento prévio dos dados de uma família: nome dos componentes da família, dados pessoais (principalmente números de telefones comerciais e/ou celulares), características físicas principais e outros dados (onde trabalha, onde estuda, locais que freqüenta etc).Quanto maior for o número de informações que tiverem, maior será sua probabilidade de sucesso no momento de aplicar o golpe.
  2. Em seguida faz contato com um dos membros da família (mais frágil) e informa que está com um dos outros membros seqüestrado e aí usa os dados previamente levantados como forma de dar credibilidade à conversa (engenharia social)
  3. Dependendo da reação de quem está sendo extorquido, poderá variar o tom da conversa: vai de uma conversa “amiga” até a ameaças de extrema violência, sempre com um objetivo: fazer com que a vítima pague um valor pela libertação do “seqüestrado”.
Para o sucesso da operação, é imprescindível aos bandidos manter a vítima em contato permanente e manter o “seqüestrado”, incomunicável.

COMO EVITAR

* Nunca atenda ao telefone dizendo “aqui é fulano que está falando.” Nunca atenda  dizendo “ é da casa do fulano. Sempre pergunte “com quem quer falar?” ou “para que número ligou?”. Até se certificar com quem está falando, não se identifique. Oriente empregados e familiares a também agir assim;

* Se você usa secretária eletrônica, não deixe nome de pessoas da família gravado na mensagem;

* Nunca forneça dados da família (nomes, números de telefones, endereços de escola/trabalho, números de contas etc...) por telefone. É comum o bandido usar o próprio telefone para levantamento de informações, se passando por um prestador de serviço, por exemplo.

* Utilize serviço de identificador de chamadas.

CASO ACONTEÇA, O QUE FAZER?

Caso você venha a receber algum telefonema que mostre característica de extorsão, proceda assim:
* Tente manter-se calmo, procurando dominar a conversa, até mentindo, se a situação exigir. Pode ser que uma informação falsa faça o bandido cair em alguma contradição que o certifique que se trata de um “trote”;

* Se ainda assim não obtiver sucesso, desligue o telefone e procure ajuda de alguém de inteira confiança para auxiliá-lo na condução das negociações. Ganhar tempo é sempre importante em situações deste tipo. Pode até levar o bandido à desistência, além de permitir que você localize o parente “seqüestrado”.

* Não deixe de comunicar o fato à polícia.

Lembre-se: Pagar resgate é sempre a última providência a ser tomada em casos de seqüestros e só deve ser feito quando se esgotarem todas as tentativas de acordo. Portando, não se precipite.

Setor de segurança privada cresce mais de 20% em todo o Vale do Paraíba

O aumento da violência e a insegurança são as principais causas do crescimento do setor de segurança privada no Brasil, que em 2010 movimentou cerca de R$ 15 bilhões.
De acordo com números da Polícia Federal, existem 452 mil vigilantes particulares legalizados trabalhando no país. Desde 2009, o número é superior ao de policiais militares, com efetivo total de 411 mil. Este número também supera o efetivo total das Forças Armadas, que é de 320 mil.
“Junto com o crescimento das empresas de segurança, vem o crescimento do número de vagas na área, e não só para homens. As mulheres estão ocupando um espaço cada vez maior neste mercado, e muitas vezes têm a preferência das empresas na hora da contratação”, diz Paulo Rocha, Gerente Operacional da Engeseg, empresa do Vale do Paraíba que atua na segurança física e eletrônica de condomínios, empresas, shopping centers e escolta particular. Só no Vale do Paraíba, no ano passado foram contratados cerca de 4.000 profissionais. Esse ano, já houve um aumento de 25% . Outro detalhe é o tempo de contratação, no ano passado, se fechava uma contratação em dois ou três dias no máximo, esse ano existe uma demora de 7 dias ou mais. Para o Gerente Operacional da Engeseg, falta mão de obra.
Com o reaquecimento da construção civil e o consequente crescimento do mercado imobiliário, aumentou muito a procura por serviços de segurança não só em termos de mão de obra, como porteiros e vigilantes, mas também por sistemas de segurança eletrônica. A onda de arrastões e invasões em condomínios e shoppings, e a falta de confiança no policiamento público, ajuda a aquecer este mercado, que hoje é um dos maiores e mais lucrativos do país. Os futuros eventos internacionais a serem sediados no Brasil, como a Copa de 2014 e as Olimpíadas em 2016, deverão aumentar ainda mais a busca por segurança patrimonial, eletrônica e serviços para proteção pessoal.
Uma vertente do crescimento no setor é o aumento da segurança clandestina. Profissionais mal preparados, sem porte de arma e sem o treinamento fornecido por uma empresa legalizada, faz do aparente baixo custo nestes serviços clandestinos um grande risco quando o assunto é segurança. “Oferecemos treinamento constante, condições de trabalho de acordo com as estabelecidas pelos Sindicatos da categoria e a garantia de idoneidade e legalidade de nossas atividades, o que torna atraente a escolha pelas vagas abertas todo mês em função de novos contratos.” ressalta Paulo.
O mercado de segurança recruta profissionais para cargos operacionais e administrativos de vários níveis, incluindo cargos de liderança e gerência, o que torna este setor um dos grandes geradores de emprego do país na atualidade.

Fonte: DIÁRIO DE TAUBATÉ

Ataque à Sony pode revelar dados pessoais de 70 milhões de jogadores

Nomes, moradas, e-mails, detalhes dos cartões de crédito, palavras-chave. Estes são alguns dos dados pessoais que a Sony pensa terem sido obtidos por “uma pessoa não autorizada” naquele que foi um ataque informático à PlayStation Network/Qriocity, onde estão registados mais de 70 milhões de jogadores.
A tecnológica japonesa está a investigar os pormenores através de uma firma de segurança privada, mas avisa já que, além dos dados pessoais como a morada, o número do cartão de crédito (excluindo o código de segurança) e a data de validade do mesmo poderão ter sido adquiridos.
Por essa razão, a empresa está a dizer aos seus utilizadores que poderão ser alvos de potenciais golpes. “A Sony não vai contactar ninguém de nenhuma forma, incluindo por e-mail, ao pedir o número do cartão de crédito, da
Segurança Social, de identificação fiscal ou outra informação identificável pessoalmente”, refere em comunicado.
A Sony avisou ontem os seus utilizadores de que os seus dados poderiam estar comprometidos, sendo que o acesso à rede já estava suspensa desde quarta-feira. Essa razão levou a alguma crítica visível no blogue da PlayStation, onde alguns comentadores salientam que deveriam ter sido avisados há mais tempo.
Através de uma declaração, a empresa explica que “há uma diferença entre o momento em que se identificou uma interferência e o momento em que se percebeu que os dados dos consumidores estavam comprometidos”.
Mas ainda ontem a empresa apresentou o S1 e o S2, os aparelhos para o mercado de tablets (na foto), sem ter mencionado o ataque. Apenas mais tarde isso veio a acontecer, já que nem mesmo na conferência de imprensa com os jornalistas este problema tinha sido salientado.

Palavras-chave poderão ser experimentadas pelo “hacker” noutros sites
O consultor tecnológico da empresa de segurança Sophos, Graham Cluley, referiu à “BBC News” que este roubo é “um dos grandes” e que, devido ao facto de a Play Station estar em muitas casas em todo o mundo, “o impacto pode vir a ser muito maior do que um típico ataque informático”.
“Algumas pessoas usam as mesmas palavras-chave noutras páginas. Se eu fosse um ‘hacker’, neste momento estaria a tentar os endereços de e-mail e a tentar essas palavras-chave”, avisou.
A PlayStation Network ainda está indisponível para os utilizadores, sendo que não se sabe quando será restaurado o serviço. Quando isso acontecer, os jogadores deverão alterar a sua palavra chave, avisa a empresa.
Na bolsa, a empresa esteve a cair 2,03% e fixou-se nos 2.366 ienes, embora tivesse chegado a cair mais de 3,5%.

Negligência de alguns agentes de segurança preocupa Polícia



Luanda (Angola) – O comandante da divisão do município do Sambizanga, Manuel Gonçalves, manifestou-se preocupado hoje, em Luanda, com a facilidade com que os meliantes recebem as armas de fogo de alguns agentes de segurança privada naquela circunscrição.
A preocupação do comandante foi apresentada durante uma reunião do Conselho de Auscultação Social, em que participaram os administradores municipal, adjunto, comunais e chefes de repartições local.
De acordo com o comandante, muitos crimes cometidos com armas de fogo, têm como proveniência os agentes de segurança privada que asseguram as variadas empresas situadas no município.
“O roubo das armas de fogo tem sido possível, porque os seguranças, na sua maioria trabalham em estado de embriagues”, disse.
O responsável considerou urgente a responsabilização das empresas de segurança cujos seus agentes trabalhem embriagados e extraviem as suas armas de fogo.
A fonte informou que durante a semana finda, a sua corporação registou 13 crimes diversos, menos um que no igual período anterior, destacando-se os roubos, violações, furtos de valores monetários e ofensas corporais.
Com vista a se diminuir o índice de crimes, a administração local agendou encontros mensais e semanais entre a Polícia, jovens e mais velhos, aonde se buscarão as eventuais soluções mais viáveis.

Fonte: Agência AngolaPress

terça-feira, 26 de abril de 2011

ISO 28000 - O Padrão de Sistemas de Gestão de Segurança de Cadeias de Suprimentos


ISO 28000 é uma norma de segurança para todas as organizações que fazem parte de uma cadeia de abastecimento, começando com a produção, armazenamento, distribuição (incluindo toda a cadeia de transporte rodoviário, ferroviário, marítimo ou aéreo), todo o caminho até o destinatário. Com a implementação de um sistema de gerenciamento de segurança de acordo com a ISO 28000, uma organização que melhora a confiabilidade e segurança em toda a cadeia de abastecimento. Alto valor de mercadorias ou produtos perigosos podem ser transportados ao redor do globo e armazenados com mais segurança.
Benefícios
  1. Organizações prepara-se para interrupções nos negócios principais
  2. Aumenta a competitividade
  3. Reduz a perda de potencial econômico
  4. Melhora a governança corporativa
  5. Redução de roubo, vandalismo, atos criminosos, etc
  6. Implementação de medidas de segurança adequadas, após uma análise de risco
  7. Reforço da segurança dos processos de geração de valor (por exemplo, os processos de armazenamento)
  8. Agregação de várias iniciativas internacionais de segurança (ISPS, AEO, TAPA ...)
  9. Melhoria da confiança do cliente e menor risco de responsabilidade

NOVA CAMPANHA DESARMAMENTO SERÁ LANÇADA


Por iniciativa do Ministério da Justiça, será lançada no próximo dia 6 de maio a nova campanha nacional de desarmamento. O objetivo do Ministério e das instituições e organizações da sociedade civil que vão atuar em conjunto é recolher o maior número de armas em todo o Brasil. Para tanto, a campanha traz novidades em relação às realizadas anteriormente, como a inutilização da arma já no ato da entrega e a ampliação dos postos de recolhimento.
 O Ministério da Justiça vai credenciar uma rede de postos para o recolhimento de armas em todo o território nacional. Quem entregar as armas não precisará fornecer dados pessoais e receberá, na hora, um protocolo para sacar a indenização em uma agência do Banco do Brasil. Os valores da indenização podem variar de R$ 100 a R$ 300, de acordo com o tipo da arma. Outra novidade é a garantia do anonimato a quem se dispuser a entregar sua arma de fogo, já que não são exigidos dados pessoais nem para a indenização.
Além da indenização rápida, as armas serão inutilizadas no momento da entrega para impedir que voltem a ser utilizadas. Posteriormente, elas serão encaminhadas à Polícia Federal para o descarte total, que poderá ser feito por meio da queima em fornos industriais de alta temperatura.
A nova campanha estava prevista para iniciar em junho, pois o estudo do Mapa da Violência, divulgado no final de fevereiro, e outras pesquisas mostram que a realização de campanhas anteriores foi decisiva para a redução da violência e de homicídios no país. Diante da tragédia ocorrida no dia 7 de abril na escola municipal Tasso da Silveira, no Rio de Janeiro, onde 12 alunos foram mortos e 14 ficaram feridos, o governo federal decidiu antecipar para maio a nova campanha nacional do desarmamento.
O Ministério da Justiça investirá R$ 10 milhões em ações para o recolhimento das armas e pagamento de indenizações. Também será lançada um campanha nacional de mídia para sensibilizar a sociedade e informar como entregar as armas de fogo. Nas duas campanhas anteriores, foram recolhidas cerca de 550 mil armas, número que o Ministério e as instituições parceiras esperam superar neste ano.
“Menos armas significam menos mortes”, afirma o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Independentemente da campanha, o desarmamento é uma política constante do governo federal e faz parte de um processo que engloba o combate ao crime organizado e crimes transnacionais. O ministro informou que o Gabinete de Gestão Integrada (GGI) que articula o trabalho das polícias Federal e Rodoviária Federal e polícias civil e militar dos estados será instalado, em breve, em Foz do Iguaçu, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, para coibir a entrada ilegal de armas e de mercadorias no país.

Mais postos de recolhimento
Serão cadastrados como postos de recolhimento de armas as delegacias de Polícia Civil, os quartéis de Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, organizações não-governamentais (ONGs) e igrejas, além da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e das Forças Armadas. ONGs, igrejas e outros locais que funcionarem como postos de coleta vão ter que seguir algumas regras para dar segurança ao processo. Os locais cadastrados deverão contar sempre com a presença de um agente público em seu endereço (policial federal, civil ou militar, por exemplo), condições de gerar o protocolo de pagamento e local adequado para recolher as armas.
Além do próprio Ministério da Justiça, participam do Conselho da Campanha do Desarmamento as seguintes instituições: Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e Ministério da Defesa, conselhos estaduais de segurança, conselho das guardas municipais, conselhos municipais dos secretários de segurança, Conselho Nacional de Segurança Pública, Conselho dos Chefes de Polícia Civil, Conselho Nacional dos Comandantes de Polícia Militar, Banco do Brasil, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Conselho Nacional do Ministério Público, Conselho Nacional da Defensoria Pública, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o Conselho Nacional das Igrejas do Brasil, a Associação Maçônica do Brasil e a rede Desarma Bra sil, que reúne ONGs como o instituto Sou da Paz e Viva Rio.
A primeira reunião do Conselho, realizada no dia 18 de abril, contou com a participação de cerca de 40 representantes de órgãos públicos e entidades da sociedade civil. Um grupo de trabalho, coordenado pela Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, foi formado para estudar alterações na legislação federal, como o aperfeiçoar o monitoramento de armas e munições.

Armas e crimes
De acordo com levantamento a partir de dados oficiais, 80% dos crimes ocorridos no Brasil são com armas adquiridas legalmente. A arma de fogo mais utilizada é o revólver calibre 38.
A realização de campanhas de desarmamento anteriores contribuíram para a redução da taxa de homicídios no país, segundo o estudo Mapa da Violência, divulgado em fevereiro deste ano. Na esteira das duas mobilizações anteriores, detectou-se diminuição de até 50% no índice de mortes em algumas regiões do país.

Estatuto do Desarmamento
O Estatuto do Desarmamento (Lei nº 10.826/2003) entrou em vigor em 2003 e regulamenta o registro, a posse, o porte e a comercialização de armas de fogo e munição no Brasil. Com o Estatuto, o país passou a ter critérios mais rigorosas para o controle das armas. O registro é o primeiro passo para ter uma arma em casa ou portá-la na rua. O certificado de registro é o documento que atesta que a arma é de origem legal e permite que ela seja mantida sob guarda, ou seja, autoriza a posse da arma. Assim, o cidadão pode mantê-la em casa ou no local de trabalho, desde que seja o responsável legal pelo estabelecimento.
A posse não permite que o indivíduo ande nas ruas com a arma. Para isso, é preciso a autorização para o porte de arma de fogo. O porte é concedido previamente pela Polícia Federal.
A lei proíbe que civis tenham o porte de arma. A exceção é para os casos em que o individuo comprovadamente tiver a vida ameaçada. O porte de armas é permitido aos agentes de segurança pública, integrantes das Forças Armadas, policiais, agentes de inteligência e agentes de segurança privada.
A qualquer momento a autorização de porte pode ser cassada. É o que acontece se o portador andar armado em estado de embriaguez, sob efeito de drogas ou remédios que afetem a capacidade intelectual ou motora.
O Estatuto do Desarmamento tornou mais difícil o cidadão ter acesso ao porte de arma e estimulou a população a se desarmar. Foi o estatuto que instituiu a realização das campanhas de desarmamento, prevendo o pagamento de indenização para quem entregasse espontaneamente suas armas, a qualquer momento, à Polícia Federal. O Estatuto também aperfeiçoou a legislação para punir mais efetivamente o comércio ilegal e o tráfico internacional de armas de fogo. Tais crimes, antes enquadrados como contrabando e descaminho, passaram a ser expressamente previstos em lei especifica. A pena prevista para essas condutas é de quatro a oito anos de prisão e multa.

Fonte: Ascom Ministério da Justiça