É COM SATISFAÇÃO QUE DIVULGAMOS ATRAVÉS DE NOSSO BLOG QUE CONTAREMOS COM A ILUSTRE PRESENÇA DE DOIS BALUARTES DA ÁREA DE SEGURANÇA PRIVADA NO BRASIL EM NOSSO PRIMEIRO ENCONTRO DA SEGURANÇA PRIVADA AQUI NAS FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA.
ESTE BLOG DESTINA-SE A TODOS OS PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA, PÚBLICA OU PRIVADA, QUE DESEJAREM COMPARTILHAR INFORMAÇÕES ACERCA DE SUAS ÁREAS DE ATUAÇÃO, SUAS EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS, E AINDA ATUALIZAREM SEUS CONHECIMENTOS SOBRE ESTE RELEVANTE ASSUNTO DE NOSSO COTIDIANO.
QUEM SOU EU
- Prof. Especialista em Segurança Privada Jorge Aldir Aranha da Costa
- Belém, Norte/PA, Brazil
- Ex-oficial do Exército Brasileiro; Graduado em Engenharia Elétrica/Eletrônica; Especialista (MBA-Latus Sensus) em Gestão da Segurança Empresarial. Atual Cordenador e Professor do Curso Superior de Graduação Tecnológica em Gestão da Segurança Privada das Faculdades de Integradas Ipiranga; Professsor do ITAM para o curso de Técnico em Segurança do Trabalho; Professor do INABRA para o curso Técnico em Eletrotécnica; Consultor Independente em Segurança Privada.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
segunda-feira, 30 de abril de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
TÉCNICAS OPERACIONAIS AVANÇADAS
ENTRE PARA O HALL DA ELITE DA SEGURANÇA PRIVADA NA REGIÃO NORTE
SEJA UM BÚFALO DO NORTE
POR QUE VOCÊ DEVERIA FAZER UM CURSO DE TÉCNICAS DE SOBREVIVÊNCIA ?
Sobreviver é uma ciência denominada EPIBIOLOGIA, é nossa primeira necessidade.
Sobrevivência é nossa rotina de vida, e por que não referendá-la como extensão do tempo de vida. Para morrermos é só deixar a vida seguir seu curso natural sem qualquer tipo de interferência, entretanto para nos mantermos vivos... Precisamos fazer muito!
Nossa vida pessoal é única... Frágil... Perecível... Irrecuperável se perdida. Sobrevivência é mais importante do que ter uma profissão. Se você não sobreviver, não terá profissão nenhuma.
A canoa
“Em um largo rio de difícil travessia havia um barqueiro que atravessava as pessoas de um lado para o outro. Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora. Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro: Companheiro, você entende de leis? Não. - Responde o barqueiro. E o advogado compadecido: É pena, você perdeu metade da vida! A professora muito social entra na conversa: Seu barqueiro, você sabe ler e escrever? Também não. - Responde o remador. Que pena! - Condói-se a mestra - Você perdeu metade da vida! Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco. O canoeiro preocupado, pergunta: Vocês sabem nadar? Não! - Responderam eles rapidamente. Então é uma pena - Concluiu o barqueiro - Vocês perderam toda a vida!” - Paulo Freire
O conhecimento em sobrevivência aumenta nossa segurança psicológica evitando atitudes desesperadas e catastróficas.
É melhor saber e não precisar do que precisar e não saber, pois a natureza não se adaptará a você, você é quem terá que se adaptar a ela.
Situações de emergência são surpreendentes e podem provocar grandes perdas, exigem conhecimento prévio e geralmente não nos dão segunda chance, portanto, esteja preparado.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
PÓS-GRADUAÇÃO EM SEGURANÇA PRIVADA
LANÇAMENTO EM 22 DE JUNHO DE 2012 NO 1º ENCONTRO DA SEGURANÇA PRIVADA (1º ENSEP)
Para maiores informações acesse o link
http://www.ipirangaeducacional.com.br/index.php?pg=txt&id=357
sexta-feira, 1 de julho de 2011
DICAS PARA SEGURANÇA EM RESIDÊNCIAS NO PERÍODO DAS FÉRIAS ESCOLARES
1. É necessário que o morador evite ao máximo a divulgação da rotina de viagem;
2. Não deixe luzes acesas. Durante o dia indicam que a casa está vazia. Utilize timers para ligar luzes, rádio ou televisão, para dar a impressão de ocupação da residência;
3. Comunique sua ausência a um parente/vizinho de confiança, fazendo contato eventualmente para saber se está tudo em ordem. Deixe com eles seus meios de contato também para qualquer eventualidade;
4. Não deixe jóias ou dinheiro em casa, mesmo dentro de cofre. Procure deixar os objetos de valor em locais de difícil acesso e trancados. Recomendamos que as portas intermediárias até este cômodo sejam travadas de alguma forma também;
5. No caso de residências com jardim na frente, contrate alguém para mantê-lo limpo, evitando aspecto de abandono;
6. Só deixe chaves com pessoas de absoluta confiança. Evite deixar as chaves nas portas ou próximo a elas, como dentro de vaso de planta por exemplo;
7. Evite colocar cadeado do lado externo do portão. Isso poderá denunciar a saída dos moradores;
8. Suspender no período de ausência as entregas de jornais, revistas e outros serviços de assinatura com entrega;
9. As correspondências que não puderem ser suspensas deverão ser recolhidas por uma pessoa de confiança ou depositadas em caixas de correspondências;
10. Ao sair verificar se todos os registros estão devidamente fechados e todas as luzes estão apagadas. Evite desperdícios;
domingo, 19 de junho de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
SEJA UM BÚFALO DO NORTE
CURSO DE TÉCNICAS OPERACIONAIS AVANÇADAS
DIAS 12,13 E 14 DE AGOSTO
LOCAL: ILHA DE COTIJUBA
ORIENTAÇÃO DIURNA E NOTURNA;
NÓS E AMARRAÇÕES E TÉCNICAS DE RAPEL;
PRIMEIROS SOCORROS COM EMPREGOS DOS MEIOS DE FORTUNA;
TÉCNICAS DE OBTENÇÃO DE ÁGUA, FOGO, CAÇA E PESCA;
TÉCNICAS DE MARINHARIA E RESGATE AQUÁTICO
TÉCNICAS DE SOBREVIVÊNCIA NA SELVA;
INVESTIMENTO = R$ 250,00 (DUZENTOS E CINQUENTA REAIS)
PARA INFORMAÇÕES LIGUE PARA 91-82870263/87330560 OU ENCAMINHE UM E-MAIL PARA: segurancaprivadafaz@gmail.com
Seduc promete investir para deixar escolas seguras no Amazonas
Manaus - Reforço no policiamento, instalações de mais câmeras e ampliação da segurança terceirizada são as apostas da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) para tentar combater a entrada de armas de fogo e atos de violência nas escolas públicas na capital.
De acordo com a Seduc, atualmente, 63 das 220 unidades de ensino da rede estadual não possuem câmeras de segurança. Deste total, 34 não possuem segurança privada e estão vulneráveis a assaltos e outros atos de violência em suas dependências.
A Seduc informou ter como metas estender a instalação de câmeras para monitorar o movimento dentro das unidades e em áreas de limite das escolas. Outra medida anunciada é a ampliação da segurança privada terceirizada a todas as escolas estaduais. Não foi divulgado o prazo para conclusão destes serviços, que devem ser anunciados nessa semana, de acordo com a assessoria de imprensa da Seduc.
No início do mês passado, um estudante de 15 anos do 1º Ano do Ensino Médio da Escola Estadual Josué Cláudio de Souza, na Avenida Beira Rio, no Coroado 2, zona leste, foi apreendido por Policiais Militares (PM), depois de ter sido flagrado com uma pistola PT.40 De acordo com depoimento do aluno, ele tinha a intenção de matar um outro estudante de 16 anos com quem havia discutido.
No ano passado, um homem armado com revólver invadiu a Escola Municipal Hemetério Cabrinha, na Rua São João, Bairro Coroado 2, zona leste de Manaus. A presença do homem causou pânico aos 250 estudantes, além de professores e prestadores de serviços. Ele tentou entrar na sala da diretoria, mas foi impedido pela vigilante da escola.
Professores
Para a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam), Ísis Tavares, os estudantes estão se tornando mais ousados em relação aos atos de violência em salas de aula. Ela ressaltou que as agressões verbais e físicas contra os professores são constantes.
Fonte: D24am.com
Polícia Federal aperta o cerco contra as empresas clandestinas
A Polícia Federal está intensificando as operações de fiscalizações em empresas que prestam serviços de segurança privada em Ponta Grosa. A meta é inibir que a clandestinidade tome conta do setor. A estimativa é de que pelo menos seis firmas que realizam o serviço no município estão na irregularidade. Segundo dados do Sindicato dos Vigilantes, hoje 500 pessoas atuam na profissão e a estimativa é de que exista o dobro trabalhando ilegalmente.
De acordo com o delegado da PF, Jonathan Trevisan Júnior, o órgão está fiscalizando as empresas de segurança privada e irá fechar as que atuam sem estarem devidamente regulamentadas. “A empresa que não tem autorização da Polícia Federal para funcionar no ramo irá receber um auto de encerramento de atividades e deverá fechar as portas. Não pode prestar serviços de segurança”, ressalta Trevisan. Contudo, caso a empresa tenha autorização para atuar no setor, mas os profissionais estejam irregulares será estipulada uma multa que varia entre R$ 2 mil a R$ 5 mil.
De acordo com o delegado da PF, Jonathan Trevisan Júnior, o órgão está fiscalizando as empresas de segurança privada e irá fechar as que atuam sem estarem devidamente regulamentadas. “A empresa que não tem autorização da Polícia Federal para funcionar no ramo irá receber um auto de encerramento de atividades e deverá fechar as portas. Não pode prestar serviços de segurança”, ressalta Trevisan. Contudo, caso a empresa tenha autorização para atuar no setor, mas os profissionais estejam irregulares será estipulada uma multa que varia entre R$ 2 mil a R$ 5 mil.
Fonte: Jornal da Manhã (Ponta Grossa) publicado em 04 de Junho de 2011
Aracaju sediará encontro da Fenavist
A atuação da segurança privada na Copa do Mundo 2014 e capacitação de vigilantes serão alguns dos temas discutidos em Aracaju na próxima quinta-feira, 9 de junho, durante a 8ª Reunião de Diretoria Executiva da Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist). Organizado pelo Sindicato das Empresas de Segurança Privada de Sergipe (Sindesp/SE), o encontro acontecerá às 16 horas no Radisson Hotel e reunirá especialistas em Segurança Privada de todo o País.
Estarão presentes diretores da Federação Nacional, presidentes de sindicatos, delegados representantes dos sindicatos, além de empresários sergipanos. O empresário Marco Aurélio Pinheiro, presidente do Sindesp/SE, é o anfitrião do encontro em Aracaju. Na ocasião, também serão discutidos outros assuntos como o novo Estatuto da Segurança Privada que tramita no Congresso Nacional e o projeto de capacitação dos vigilantes visando os grandes eventos que o Brasil sediará em 2013, 2014 e 2016.
A reunião
Realizada mensalmente, a reunião discute temas ligados a Segurança, além de deliberar ações a serem executadas pela Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist) e sindicatos. Estratégias e forma de atuação da entidade também são discutidas e decididas nesses encontros.
Sindesp
O Sindicato das Empresas de Segurança Privada de Sergipe (Sindesp/SE) tem na presidência o empresário Marco Aurélio Pinheiro. A entidade reúne dez empresas de segurança privada e de transportes de valores no seu quadro de associados e tem como objetivo de combater as empresas que atuam de forma clandestina nesse segmento.
Estarão presentes diretores da Federação Nacional, presidentes de sindicatos, delegados representantes dos sindicatos, além de empresários sergipanos. O empresário Marco Aurélio Pinheiro, presidente do Sindesp/SE, é o anfitrião do encontro em Aracaju. Na ocasião, também serão discutidos outros assuntos como o novo Estatuto da Segurança Privada que tramita no Congresso Nacional e o projeto de capacitação dos vigilantes visando os grandes eventos que o Brasil sediará em 2013, 2014 e 2016.
A reunião
Realizada mensalmente, a reunião discute temas ligados a Segurança, além de deliberar ações a serem executadas pela Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist) e sindicatos. Estratégias e forma de atuação da entidade também são discutidas e decididas nesses encontros.
Sindesp
O Sindicato das Empresas de Segurança Privada de Sergipe (Sindesp/SE) tem na presidência o empresário Marco Aurélio Pinheiro. A entidade reúne dez empresas de segurança privada e de transportes de valores no seu quadro de associados e tem como objetivo de combater as empresas que atuam de forma clandestina nesse segmento.
Banco Central diz que nota de real pintada por Bancos não vale nada
O Banco Central anunciou no dia 01 de junho que notas de real danificadas por dispositivo antifurto não serão válidas como pagamento e quem tiver com essas cédulas não será ressarcido dos valores. Procon-SP oficiou a instituição.
Para o Procon-SP não é admissível que uma medida de segurança privada intrínseca à atividade bancária seja repassada à população. Essas notas danificadas já circulam no mercado, inclusive nos pontos de atendimento das instituições financeiras, como os caixas eletrônicos. O consumidor que realizar um saque de um caixa eletrônico e se deparar com uma nota manchada não terá como contestar e pedir a reparação de imediato.
Por esse motivo, o Procon-SP oficiou Banco Central solicitando esclarecimentos e readequação das normas às diretrizes do Código de Defesa do Consumidor, que pressupõe a boa-fé .
Os consumidores devem ter atenção redobrada e não devem aceitar nenhuma nota suspeita. De acordo com o BC, o objetivo da medidas é dificultar a circulação de notas roubadas ou furtadas e ajudar na redução dos casos de furtos e roubos a caixas eletrônicos que vem acontecendo nos últimos meses.
A decisão consta de regulamentação específica do Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Banco Central do Brasil (BC), Resolução 3981 e Circular 3538; Que orienta o portador de nota danificada a procurar uma agência bancária e entregá-la. A nota será encaminhada para análise e, caso fique comprovado que o dano foi em decorrência do dispositivo antifurto, o banco comunicará ao portador. Os valores não serão ressarcidos.
Por: Procon
Qual seria a função da Polícia no campus?
Pesquisadores discutem alternativas para a segurança na universidade e divergem sobre espaço da PM na Cidade Universitária
O Jornal do Campus ouviu autoridades e pesquisadores de segurança pública sobre a presença da Polícia Militar no Campus da USP e sobre propostas consistentes para solucionar a insegurança na universidade. As autoridades ouvidas foram: Maria Glaucíria Mota Brasil, professora da Universidade Estadual do Ceará (UECE) e coordenadora do Laboratório de Direitos Humanos e Cidadania da UECE; André Zanetic, cientista político formado pela FFLCH-USP e autor da tese de doutorado A relação entre as polícias e a segurança privada nas práticas de prevenção e controle do crime; e Carlos Alberto Barbosa (Caio) Dantas, Pró-Reitor de graduação da USP de 1994 a 1997.
Jornal do Campus: Como ocorre a relação entre polícia militar e universidades brasileiras desde o fim da ditadura militar?
Maria Brasil: As relações sempre foram tensas entre polícia e universidades brasileiras, quer pela história de participação da polícia na repressão dos movimentos populares e sociais, quer pela participação direta da mesma nas práticas criminosas de torturas e assassinatos dos oposicionistas da ditadura; sendo muitos desses opositores professores e pesquisadores das universidades, essas lembranças ainda nos assombram.
Maria Brasil: As relações sempre foram tensas entre polícia e universidades brasileiras, quer pela história de participação da polícia na repressão dos movimentos populares e sociais, quer pela participação direta da mesma nas práticas criminosas de torturas e assassinatos dos oposicionistas da ditadura; sendo muitos desses opositores professores e pesquisadores das universidades, essas lembranças ainda nos assombram.
JC: Você acredita que a Polícia Militar está preparada ou deve sofrer um treinamento específico para lidar e abordar estudantes e manifestações estudantis?
MB: A PM não está preparada para essa abordagem e, não vai ser apenas um treinamento que vai resolver o problema. A questão é mais complexa e diz respeito à constituição orgânica das forças militares como dispositivo de policiamento dos espaços públicos.
MB: A PM não está preparada para essa abordagem e, não vai ser apenas um treinamento que vai resolver o problema. A questão é mais complexa e diz respeito à constituição orgânica das forças militares como dispositivo de policiamento dos espaços públicos.
JC: Quais seriam as alternativas das universidades para o problema da segurança?
MB: O mais importante é tornar os espaços universitários centros de convivência, áreas de lazer e arte com alamedas, praças e ruas, iluminação e outras ações socioculturais que possibilitem a sensação de segurança individual e coletiva. As universidades não podem mais, em pleno século XXI, fechar seus portões aos setores marginalizados da sociedade brasileira. O desafio frente à insegurança é articular parcerias com diversos setores da sociedade por meio de diferentes políticas de intervenções político-sociais.
MB: O mais importante é tornar os espaços universitários centros de convivência, áreas de lazer e arte com alamedas, praças e ruas, iluminação e outras ações socioculturais que possibilitem a sensação de segurança individual e coletiva. As universidades não podem mais, em pleno século XXI, fechar seus portões aos setores marginalizados da sociedade brasileira. O desafio frente à insegurança é articular parcerias com diversos setores da sociedade por meio de diferentes políticas de intervenções político-sociais.
André Zanetic: Não há uma solução única nem mágica. A questão da entrada ou não da PM no campus, por exemplo, é uma falsa questão. Em maior ou menor grau, as polícias civil e militar sempre fizeram parte do contexto universitário, e certamente continuarão fazendo. Para certos tipos de ações relacionadas ao crime e à segurança não existe outra força capaz de fazer frente. Toda a questão reside na articulação entre essas esferas, no nível em que cada uma participará em maior ou menor grau, e na adequada interrelação entre elas.
JC: A senhora é favorável à presença da Polícia Militar em campi universitários?
MB: No caso das Universidades Federais essa presença é vetada, cabendo à Polícia Federal atuar nas ocorrências de crimes nesses campi. De modo geral, eles têm contratado serviços de empresas de segurança para fazer a vigilância e garantir a segurança nos campi. No caso das Universidades Estaduais, há serviços de vigilância realizados por empresas de segurança e a solicitação para que carros da PM dêem apoio à vigilância no campus. Sou favorável que a PM dê apoio ao serviço de vigilância e segurança feito por civis nas universidades.
MB: No caso das Universidades Federais essa presença é vetada, cabendo à Polícia Federal atuar nas ocorrências de crimes nesses campi. De modo geral, eles têm contratado serviços de empresas de segurança para fazer a vigilância e garantir a segurança nos campi. No caso das Universidades Estaduais, há serviços de vigilância realizados por empresas de segurança e a solicitação para que carros da PM dêem apoio à vigilância no campus. Sou favorável que a PM dê apoio ao serviço de vigilância e segurança feito por civis nas universidades.
JC: Qual sua opinião em relação à presença da PM na USP, especificamente? E qual seria a melhor solução para a onda de violência vivida pelo campus da USP, em São Paulo?
MB: Como já estamos cansados de saber, segurança pública não se reduz a “caso de polícia”. Precisam ser pensadas ações/políticas de curto, médio e longo prazo, capazes de alterar essa situação de insegurança que atinge a todos. O que está em jogo é a segurança coletiva, sem ignorar as liberdades individuais dos que vivencia os espaços acadêmicos. “Se o País não for para cada um, pode estar certo, não vai ser prá nenhum.” A Universidade tem que se abrir para o seu entorno e construir suas redes de proteção social, a presença da PM no campus é um paliativo que não resolve o problema, apenas adia a sua resolução.
MB: Como já estamos cansados de saber, segurança pública não se reduz a “caso de polícia”. Precisam ser pensadas ações/políticas de curto, médio e longo prazo, capazes de alterar essa situação de insegurança que atinge a todos. O que está em jogo é a segurança coletiva, sem ignorar as liberdades individuais dos que vivencia os espaços acadêmicos. “Se o País não for para cada um, pode estar certo, não vai ser prá nenhum.” A Universidade tem que se abrir para o seu entorno e construir suas redes de proteção social, a presença da PM no campus é um paliativo que não resolve o problema, apenas adia a sua resolução.
JC: A distância entre os prédios e a baixa luminosidade de algumas áreas da USP colaboram com a violência no campus?
Caio Dantas: Sim. O principal problema do campus da USP é a dispersão geográfica. Os institutos são muitos distantes e cercados por árvores e áreas mal iluminadas. Além disso, a ausência de instrumentos da universidade, como bibliotecas e secretarias, funcionando durante o período noturno colaboram para o crescimento da insegurança.
No meu ponto de vista, é muito mais racional utilizar os espaços dos barracões como uma praça de aula, que agruparia diversos institutos, do que a construção de outros prédios administrativos.
Caio Dantas: Sim. O principal problema do campus da USP é a dispersão geográfica. Os institutos são muitos distantes e cercados por árvores e áreas mal iluminadas. Além disso, a ausência de instrumentos da universidade, como bibliotecas e secretarias, funcionando durante o período noturno colaboram para o crescimento da insegurança.
No meu ponto de vista, é muito mais racional utilizar os espaços dos barracões como uma praça de aula, que agruparia diversos institutos, do que a construção de outros prédios administrativos.
Fonte: JORNAL DO CAMPUS, por Marcelo Pellegrini
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Universidades abrem mão da PM, mas se protegem com vigilantes
Após o estudante Felipe Ramos de Paiva, de 24 anos, morrer com um tiro na cabeça na Universidade de São Paulo (USP), o Conselho Gestor da instituição aprovou o patrulhamento ostensivo da Polícia Militar dentro do campus. Até então, a segurança dos 4,7 milhões de metros quadrados do local era feita por 114 agentes da guarda universitária, e a PM só entrava caso houvesse alguma ocorrência ou fosse chamada. O modelo que utiliza agentes contratados ou terceirizados, agora em debate, é similar ao da maioria das universidades públicas brasileiras que, apesar de sentirem necessidade de se proteger, abrem mão presença da polícia.
No Rio Grande do Sul, mesmo após uma tentativa de roubo em 2003 ter resultado na morte de um vigilante que reagiu ao assalto na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), as duas principais federais do Estado não contam com a PM. De lá para cá, não foram registrados crimes contra a vida de estudantes, funcionários e professores na UFRGS, mas um homem foi morto a tiros no terminal de ônibus que fica na entrada do campus em dezembro do ano passado.
Segundo Daniel Pereira, que coordena há oito anos a segurança nos quatro campi da instituição em Porto Alegre, vigilantes concursados pela universidade e por uma empresa privada de segurança contratada por meio de licitação, além de sistemas de monitoramento, fazem o trabalho. A PM realiza apenas rondas no Campus do Vale, que é maior, fica numa região afastada da cidade e por ele passam linhas de ônibus. "Por uma questão de competências, não temos Polícia Militar na universidade, o que há é um bom relacionamento com as forças de segurança do Estado", explica Pereira.
Neste ano, foram registradas apenas furtos de bicicleta no sistema pelo qual os alunos podem relatar ocorrências dentro da universidade. Em 2009, um homem armado disparou dois tiros no interior da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, mas não houve feridos. A reclamação maior dos estudantes, que já realizaram protestos por segurança, é quanto a roubos e furtos nas ruas próximas aos campi da UFRGS na região central de Porto Alegre.
Ao contrário da UFRGS, que tem unidades espalhadas na capital, o campus da Universidade Federal de Santa Maria, na região central do Rio Grande do Sul, é quase todo concentrado em uma área afastada da cidade. A universidade já registrou casos de violência, principalmente à noite, já que o campus fica praticamente na área rural do município. Cerca de 150 seguranças, entre concursados e funcionários de duas empresas terceirizadas, fazem a vigilância com o auxílio de duas viaturas e câmeras de vigilância. A entrada de veículos, liberada durante o dia, tem mais controle à noite e nos finais de semana. O pró-reitor de infraestrutura da instituição, Valdir Brondani, diz que as ocorrências de furto diminuíram após a ampliação do número de salas monitoradas por câmeras.
Ao contrário da UFRGS, que tem unidades espalhadas na capital, o campus da Universidade Federal de Santa Maria, na região central do Rio Grande do Sul, é quase todo concentrado em uma área afastada da cidade. A universidade já registrou casos de violência, principalmente à noite, já que o campus fica praticamente na área rural do município. Cerca de 150 seguranças, entre concursados e funcionários de duas empresas terceirizadas, fazem a vigilância com o auxílio de duas viaturas e câmeras de vigilância. A entrada de veículos, liberada durante o dia, tem mais controle à noite e nos finais de semana. O pró-reitor de infraestrutura da instituição, Valdir Brondani, diz que as ocorrências de furto diminuíram após a ampliação do número de salas monitoradas por câmeras.
Na USP, antes mesmo da polêmica gerada pelo crime, o aumento do número de furtos de veículos fez com que a instituição requisitasse um reforço no monitoramento do campus Butantã desde o último dia 25 de abril. Quatro viaturas e duas motos patrulham e fazem bloqueios em diversos pontos do campus, segundo o 16º Batalhão da Polícia Militar, o mais próximo a USP. Agora, um protocolo de atuação para a PM na universidade está sendo fechado e a presença passará a ser definitiva. A Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade terá até agosto um plano próprio de segurança. Segundo o diretor da unidade, Reinaldo Guerreiro, 150 câmeras de vigilância foram instaladas em corredores e salas de aula – quase o dobro das câmeras do serviço de vigilância da USP, 85.
Fonte IG: São Paulo
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Moçambique: Nova direção do Sindicato da G4S privilegia dialógo e espírito de trabalho
Maputo - A nova direcção do sindicato da empresa britânica G4S, a maior do ramo de segurança em todo o mundo, e presente em Moçambique, tomou posse esta quarta-feira.
O Sindicato Nacional dos Trabalhadores das Empresas de Segurança Privada (SINTESP) representado pelo Secretário Geral, Júlio Sitoe disse que a investidura do Comité Sindical da Empresa foi um acto de grande importância na vida da empresa e dos trabalhadores.
«O orgão que acabou de tomar posse tem a missão de servir a maioria e facilitar a ligação entre os trabalhadores e a empresa. Queremos encontrar espaço de inteiração pela via de dialógo e espírito de trabalho», disse Júlio Sitoe.
O sindicato tem que transmitir aos trabalhadores todos as decisões tomadas pela empresa e encontrar a melhor forma de solucionar os problemas sem, no entanto, recorrer à violência, apelou o secretário-geral do SINTESP, Júlio Sitoe.
Por seu turno, Boaventura Mutemucuio, secretário do comité sindical da G4S afirmou, minutos após ser empossado, que se vai comprometer na luta pelos direitos dos trabalhadores e priorizar o diálogo entre as duas partes, como forma de evitar conflitos laborais.
O administrador delegado adjunto da G4S, Pedro Baltazar, começou por felicitar o SINTESP pela forma como mediou os conflitos laborais registados em Abril passado, tendo de seguida manifestado um sentimento de alegria e responsabilidade. «Estou convencido que estão criadas as condições de uma relação de diálogo entre as duas partes. Espero que o novo elenco represente com responsabilidade os trabalhadores e melhore os canais de comunicação entre a empresa e a massa laboral», disse Pedro Baltazar que acrescentou ainda, que depois das manifestações, a G4S começa uma nova época e cada uma das partes deve assumir o desafio.
A G4S é a maior empresa privada de segurança em Moçambique, contando atualmente com cerca de 11 mil trabalhadores, espalhados por diversos serviços prestados pela firma entre eles o de vigilância estática, transporte de valores e forças armadas.
Por:Jorge Mirione
«O orgão que acabou de tomar posse tem a missão de servir a maioria e facilitar a ligação entre os trabalhadores e a empresa. Queremos encontrar espaço de inteiração pela via de dialógo e espírito de trabalho», disse Júlio Sitoe.
O sindicato tem que transmitir aos trabalhadores todos as decisões tomadas pela empresa e encontrar a melhor forma de solucionar os problemas sem, no entanto, recorrer à violência, apelou o secretário-geral do SINTESP, Júlio Sitoe.
Por seu turno, Boaventura Mutemucuio, secretário do comité sindical da G4S afirmou, minutos após ser empossado, que se vai comprometer na luta pelos direitos dos trabalhadores e priorizar o diálogo entre as duas partes, como forma de evitar conflitos laborais.
O administrador delegado adjunto da G4S, Pedro Baltazar, começou por felicitar o SINTESP pela forma como mediou os conflitos laborais registados em Abril passado, tendo de seguida manifestado um sentimento de alegria e responsabilidade. «Estou convencido que estão criadas as condições de uma relação de diálogo entre as duas partes. Espero que o novo elenco represente com responsabilidade os trabalhadores e melhore os canais de comunicação entre a empresa e a massa laboral», disse Pedro Baltazar que acrescentou ainda, que depois das manifestações, a G4S começa uma nova época e cada uma das partes deve assumir o desafio.
A G4S é a maior empresa privada de segurança em Moçambique, contando atualmente com cerca de 11 mil trabalhadores, espalhados por diversos serviços prestados pela firma entre eles o de vigilância estática, transporte de valores e forças armadas.
Por:Jorge Mirione
(c) PNN Portuguese News Network
terça-feira, 10 de maio de 2011
Brutamontes dá lugar a guarda-costas discreto
Sai de cena o brutamontes, aquele guarda-costas tipo "armário", e assume o posto um agente discreto, com boa formação, bilíngue e salário de R$ 12 mil por mês.
A demanda por novos perfis de profissionais é ditada por um setor que se modernizou. "O mercado ficou mais exigente e o segurança precisou evoluir para acompanhar os novos tempos", diz José Jacobson Neto, diretor do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de SP.
Não basta exibir os cursos de formação exigidos por lei, portar arma e fazer cara feia.
"Quem protege VIPs ou executivos está num ambiente cercado de tecnologia, como câmeras e sensores, e tem de estar familiarizado com os equipamentos sofisticados e ter noções de TI [tecnologia da informação]", completa o diretor do sindicato.
João Fernando Rossler, 53 anos, viu seu passe valorizar no mercado pelo fato de falar inglês e espanhol e ter feito cursos nos Estados Unidos.
O nicho dos superagentes está em expansão desde o final dos anos 1990. Em todo o Brasil, estão habilitados para segurança pessoal privada cerca de 5.000 profissionais, dos quais 2.000 atuam em São Paulo, segundo o sindicato patronal. "Fora clandestinos e policiais que fazem bico como segurança, o que é proibido por lei", diz Neto.
Registro
Para obter o registro, o vigilante deve fazer cursos de formação e especialização exigidos pela Polícia Federal.
Entre as novas qualificações requeridas por clientes que pagam até R$ 12 mil por um guarda-costas estão conhecimentos de enfermagem e domínio de tecnologias de proteção, como blindagem.
No caso de celebridades, a regra é: menos músculos, mais inteligência. "A truculência pode resultar em dano de imagem para o VIP", diz Kaiser Santos, 40 anos, gerente da ZCops, empresa que cuida de jogadores, entre eles Roberto Carlos, ex-Corinthians.
Fonte: Folha de São Paulo 8/5/11
terça-feira, 3 de maio de 2011
Principal vitrine latino-americana do setor de segurança privada Exposec acontece entre 24 e 26 de maio
Realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE) e organizada pelo Grupo Cipa, a 14ª edição da Exposec (Feira Internacional de Segurança) será realizada entre os dias 24 e 26 de maio de 2011 no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Com entrada franca, o evento tem como objetivo apresentar novidades, antecipar tendências, gerar negócios e, principalmente, difundir conhecimentos e atualização para quem atua neste mercado.
"A cada ano, a Exposec consegue superar as expectativas atuando como o ponto de encontro e de fortalecimento do mercado. Este é um segmento que reserva grandes oportunidades de negócios e muitas possibilidades de crescimento e nesta ocasião, o setor consegue reafirmar ainda mais seu potencial, principalmente por conta dos eventos esportivos inéditos que serão realizados no Brasil e demandarão um olhar muito mais atento à questão da segurança preventiva, por meio de dispositivos eletrônicos e monitoramento urbano inteligente", afirma Carlos Alberto Progianti, presidente nacional da ABESE. Já em 2010 observamos um incremento de 10% no setor, principalmente pela necessidade cada vez maior de apoiar estrategicamente o combate da criminalidade e auxílio na identificação de crimes e suspeitos, tanto privado, em eventos públicos de grandes dimensões, ligados também à infraestrutura geral como em aeroportos, rodoviárias e vias públicas, complementa.
Na feira deste ano, estarão presentes mais de 600 empresas de mais de 15 países que serão visitadas por mais de 34 mil pessoas durante os três dias. A expectativa é superar o número de visitantes e também os negócios gerados em 2010, que foram de cerca de R$ 125 milhões. A edição 2011 será a maior de todas, ressalta José Roberto Sevieri, presidente do Grupo CIPA.
Com mais de 600 expositores, a feira espera movimentar aproximadamente R$ 135 milhões em negócios. Segundo o presidente do Grupo CIPA, José Roberto Sevieri, o evento reafirmou a importância de reunir em um único local empresas especializadas dos mais variados países. Essa edição comprova que o mercado está aquecido e mostra também que o público está interessado em inovações. Para a edição 2011 certamente esperamos resultados ainda melhores, conclui.
Os números da Exposec acompanham o aquecido mercado de Sistemas Eletrônicos de Segurança. Nos últimos dez anos, o mercado vem crescendo com taxas médias de 13% anualmente, embora o potencial seja ainda maior. De um total de 6,18 milhões de imóveis com possibilidade de receber sistemas de alarmes monitorados, apenas pouco mais de 11% desse total ou 710 mil imóveis são monitorados no país, número distribuído entre as grandes e pequenas empresas de monitoramento do mercado que vem registrando significativo crescimento nos últimos três anos.
Abrangente e completa, a 14ª Exposec reunirá em seu espaço empresas que atuam com diversos gêneros da segurança eletrônica, como: centrais de monitoramento, centrais perimétricas, circuitos fechados, controle de acessos, detecção de incêndio, fechaduras de segurança, portas de segurança, dentre outras. Além disso, a feira também contemplará entidades e companhias que atuam com segurança pessoal e patrimonial, cofres, transporte de valores e veículos blindados.
* Mais informações pelo telefone: (11) 3294-8033 e (11) 5585-4355 ou pelo site: www.exposec.tmp.br
SERVIÇOantes - Rodovia dos Imigrantes Km 1,5 - São Paulo (SP)
Dias: 24 a 26 de maio
Horário: das13h às 20h
Mais informações: www.exposec.tmp.br ou pelo telefone (11) 3294-8033 / 5585-4355
Entrada gratuita
OBS: Também será oferecido diariamente transporte gratuito (ida e volta), saindo da Estação Jabaquara do Metrô (Rua Nelson Fernandes, 400 – ao lado do terminal de ônibus)
"A cada ano, a Exposec consegue superar as expectativas atuando como o ponto de encontro e de fortalecimento do mercado. Este é um segmento que reserva grandes oportunidades de negócios e muitas possibilidades de crescimento e nesta ocasião, o setor consegue reafirmar ainda mais seu potencial, principalmente por conta dos eventos esportivos inéditos que serão realizados no Brasil e demandarão um olhar muito mais atento à questão da segurança preventiva, por meio de dispositivos eletrônicos e monitoramento urbano inteligente", afirma Carlos Alberto Progianti, presidente nacional da ABESE. Já em 2010 observamos um incremento de 10% no setor, principalmente pela necessidade cada vez maior de apoiar estrategicamente o combate da criminalidade e auxílio na identificação de crimes e suspeitos, tanto privado, em eventos públicos de grandes dimensões, ligados também à infraestrutura geral como em aeroportos, rodoviárias e vias públicas, complementa.
Na feira deste ano, estarão presentes mais de 600 empresas de mais de 15 países que serão visitadas por mais de 34 mil pessoas durante os três dias. A expectativa é superar o número de visitantes e também os negócios gerados em 2010, que foram de cerca de R$ 125 milhões. A edição 2011 será a maior de todas, ressalta José Roberto Sevieri, presidente do Grupo CIPA.
Com mais de 600 expositores, a feira espera movimentar aproximadamente R$ 135 milhões em negócios. Segundo o presidente do Grupo CIPA, José Roberto Sevieri, o evento reafirmou a importância de reunir em um único local empresas especializadas dos mais variados países. Essa edição comprova que o mercado está aquecido e mostra também que o público está interessado em inovações. Para a edição 2011 certamente esperamos resultados ainda melhores, conclui.
Os números da Exposec acompanham o aquecido mercado de Sistemas Eletrônicos de Segurança. Nos últimos dez anos, o mercado vem crescendo com taxas médias de 13% anualmente, embora o potencial seja ainda maior. De um total de 6,18 milhões de imóveis com possibilidade de receber sistemas de alarmes monitorados, apenas pouco mais de 11% desse total ou 710 mil imóveis são monitorados no país, número distribuído entre as grandes e pequenas empresas de monitoramento do mercado que vem registrando significativo crescimento nos últimos três anos.
Abrangente e completa, a 14ª Exposec reunirá em seu espaço empresas que atuam com diversos gêneros da segurança eletrônica, como: centrais de monitoramento, centrais perimétricas, circuitos fechados, controle de acessos, detecção de incêndio, fechaduras de segurança, portas de segurança, dentre outras. Além disso, a feira também contemplará entidades e companhias que atuam com segurança pessoal e patrimonial, cofres, transporte de valores e veículos blindados.
* Mais informações pelo telefone: (11) 3294-8033 e (11) 5585-4355 ou pelo site: www.exposec.tmp.br
SERVIÇOantes - Rodovia dos Imigrantes Km 1,5 - São Paulo (SP)
Dias: 24 a 26 de maio
Horário: das13h às 20h
Mais informações: www.exposec.tmp.br ou pelo telefone (11) 3294-8033 / 5585-4355
Entrada gratuita
OBS: Também será oferecido diariamente transporte gratuito (ida e volta), saindo da Estação Jabaquara do Metrô (Rua Nelson Fernandes, 400 – ao lado do terminal de ônibus)
FONTE: www.segs.com.br
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Contratação de agentes de segurança em MS terá novas regras
Pensando em atender melhor a população, o deputado estadual Mauricio Picarelli (PMDB) apresentou na sessão ordinária desta quarta-feira (27), na Assembleia Legislativa, um projeto de lei que estabelece novas regras para contratação de agentes de segurança em bares, restaurantes, boates, lojas, magazines e estabelecimentos congêneres.
Com a nova proposta, os estabelecimentos comerciais só poderão contratar agentes de segurança credenciados pela Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública). Dessa forma o órgão deverá criar um sistema de cadastros de profissionais que atuem na área de segurança privada.
De acordo com Picarelli o objetivo do projeto é disciplinar e garantir o bom funcionamento da empresas, no sentido de proporcionar o adequado treinamento e capacitação de seus agentes, por meio de cursos periódicos e regulares sobre noções de abordagem, educação e boas maneiras para tratar com o consumidor ; bem como fiscalizar e supervisionar a atuação desses profissionais.
O Vice-Presidente da Casa, justifica a importância da lei, caso seja aprovada, para coibir os casos de violência envolvendo agentes de segurança no Estado nos últimos meses, inclusive o último registrado no dia 23 de abril, onde um segurança de um estabelecimento comercial da Capital foi acusado de agredir um cidadão, por suspeitar que o mesmo estava furtando.
“ Não podemos nos calar, nem ficar omissos diante de tanto despreparo e falta de qualificação de alguns desses agentes de segurança. O cidadão não pode ser tratado de forma desumana e degradante e muito menos ter seus direitos violados ”, finaliza Picarelli ressaltando a importância da Lei Maior, em seu art.5° que garante os direitos fundamentais do cidadão.
O projeto prevê multa de 64 Uferms (Unidades Fiscais de Referência de Mato Grosso do Sul) o que equivale nos dias de hoje aproximadamente R$ 995,00. Em caso de reincidência, a multa será aplicada em dobro. É estabelecido ainda que os recursos arrecadados com as multas sejam destinados à Sejusp.
Com a nova proposta, os estabelecimentos comerciais só poderão contratar agentes de segurança credenciados pela Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública). Dessa forma o órgão deverá criar um sistema de cadastros de profissionais que atuem na área de segurança privada.
De acordo com Picarelli o objetivo do projeto é disciplinar e garantir o bom funcionamento da empresas, no sentido de proporcionar o adequado treinamento e capacitação de seus agentes, por meio de cursos periódicos e regulares sobre noções de abordagem, educação e boas maneiras para tratar com o consumidor ; bem como fiscalizar e supervisionar a atuação desses profissionais.
O Vice-Presidente da Casa, justifica a importância da lei, caso seja aprovada, para coibir os casos de violência envolvendo agentes de segurança no Estado nos últimos meses, inclusive o último registrado no dia 23 de abril, onde um segurança de um estabelecimento comercial da Capital foi acusado de agredir um cidadão, por suspeitar que o mesmo estava furtando.
“ Não podemos nos calar, nem ficar omissos diante de tanto despreparo e falta de qualificação de alguns desses agentes de segurança. O cidadão não pode ser tratado de forma desumana e degradante e muito menos ter seus direitos violados ”, finaliza Picarelli ressaltando a importância da Lei Maior, em seu art.5° que garante os direitos fundamentais do cidadão.
O projeto prevê multa de 64 Uferms (Unidades Fiscais de Referência de Mato Grosso do Sul) o que equivale nos dias de hoje aproximadamente R$ 995,00. Em caso de reincidência, a multa será aplicada em dobro. É estabelecido ainda que os recursos arrecadados com as multas sejam destinados à Sejusp.
Fonte: MS Notícias
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