QUEM SOU EU

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Belém, Norte/PA, Brazil
Ex-oficial do Exército Brasileiro; Graduado em Engenharia Elétrica/Eletrônica; Especialista (MBA-Latus Sensus) em Gestão da Segurança Empresarial. Atual Cordenador e Professor do Curso Superior de Graduação Tecnológica em Gestão da Segurança Privada das Faculdades de Integradas Ipiranga; Professsor do ITAM para o curso de Técnico em Segurança do Trabalho; Professor do INABRA para o curso Técnico em Eletrotécnica; Consultor Independente em Segurança Privada.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

PRESENÇA DE VIGILANTE AGORA É OBRIGATÓRIA

Fonte: Diário do Pará

Uma vitória conquistada pelos trabalhadores de segurança do Pará. Ontem (6), a Assembléia Legislativa (AL) do Estado do Pará promulgou a lei que exige a presença de vigilantes profissionais em todas as casas lotéricas, agências dos Correios, caixas eletrônicos e onde existir o serviço de correspondente bancário no Estado.
A notícia foi recebida com entusiasmo pelos trabalhadores da área de segurança. “Foi uma luta que vencemos. Estávamos lutando por isso desde o início do ano passado e finalmente ganhamos”, disse o presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Segurança Pública do Pará, Juber Oliveira.
Segundo ele, a aprovação desta lei, assinada pelo presidente da AL, o deputado Domingos Juvenil, fará com que se crie cerca de mil empregos diretos para a categoria. No ano passado, o projeto chegou a ser vetado por decreto da ex-governadora Ana Júlia Carepa. “O Juvenil assumiu um compromisso com a gente e cumpriu. Com certeza, essas novas vagas trarão entusiasmo entre os trabalhadores”, ressaltou.

PREPARO
Dados do sindicato mostram que só em Belém existem cerca de 300 estabelecimentos que realizam serviços bancários. Só de farmácias, são 52. “Antes, o que acontecia é que nestes locais trabalhavam vigilantes que não tinham nenhuma preparação. Ou seja, eram vigilantes clandestinos, que nunca fizeram curso para pegar em uma arma”, explicou Juber.
Agora, com a nova lei, os estabelecimentos serão obrigados a contratarem vigilantes profissionais que preencham todos os requisitos previstos na lei em vigor que regulamenta a atividade profissional. Os vigilantes terão que passar por um curso de capacitação de 160 horas, além de cursos de armamento e tiro.
A lei foi publicada ontem no Diário Oficial do Estado (DOE). Os estabelecimentos comerciais terão prazo de noventa dias para se adequarem. Quem não obedecer à lei será advertido na primeira infração, a partir da segunda, terá que pagar uma multa no valor de R$ 1.000 por ocorrência.
Entre as pessoas que costumam pagar contas nesses estabelecimentos, a notícia também foi bem-vinda. “Essa lei já deveria estar valendo há muito tempo. Esses locais não possuem segurança nenhuma e nós ficamos muito vulneráveis quando vamos pagar contas”, disse a contadora Marília Soares. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores de Segurança, no ano passado, dois vigilantes morreram vítimas de assalto, dentro de farmácias e supermercados.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

CURSOS DE SEGURANÇA PRIVADA - PROJETO SECURITY MANAGEMENT

CURSO DE TÉCNICAS OPERACIONAIS

25, 27, 29 DE JANEIRO DE 2011

EMENTA:
  • FUNDAMENTOS DA SEGURANÇA PRIVADA;
  • PRIMEIROS ATENDIMENTOS PRÉ-HOSPITALARES PARA PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA;
  • PLANO DE ABANDONO DE ÁREA;
  • NOÇÕES DE GERENCIAMENTO À AMEAÇA DE BOMBA;
  • NOÇÕES DE DIRAÇÃO DEFENSIVA, EVASIVA E OFENSIVA;
  • TÉCNICAS DE SOBREVIVÊNCIA NA SELVA
VALOR DO INVESTIMENTO = R$ 200,00 (DESCONTO ESPECIAL PARA PAGAMENTO À VISTA)
HORÁRIO DA REALIZAÇÃO DO CURSO
08:00 às 22:00 (TER E QUI)
08:00 às 18:00 (SÁB)

INSCRIÇÕES EM NOSSO ESCRITÓRIO COMERCIAL
TV ANGUSTURA 1180 PEDREIRA – FONE: 32339549 (WANDA)

PAGUE COM O SEU CARTÃO DE CRÉDITO


CURSO DE FORMAÇÃO DE INSPETORES DE SEGURANÇA PRIVADA

PRIMEIRA TURMA DE 2011
TURMA PAR –14, 16,18 de fevereiro de 2011
TURMA ÍMPAR – 21,23,25 de fevereiro de 2011

EMENTA:
  • ASPECTOS MAIS IMPORTANTES DA PORTARIA 387 ATUALIZADA E DA LEI 10.826 (ESTATUTO DO DESARMAMENTO) PARA A FUNÇÃO DE INSPETORIA DE SEGURANÇA.
  • ELABORAÇÃO DE ESCALA DE SERVIÇO;
  • GESTÃO DE PESOAS NA ATIVIDADE DE SEGURANÇA;
  • TÉCNICAS DE ENTREVISTA E ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE OCORRÊNCIA;
  • ELABORAÇÃO DE SINDICÂNCIA;
  • NOÇÕES DE PROJETO DE SEGURANÇA;
VALOR DO INVESTIMENTO = R$ 200,00 (DESCONTO ESPECIAL PARA PAGAMENTO À VISTA)
HORÁRIO DA REALIZAÇÃO DO CURSO = 08:00 ÀS 18:00

A INSEGURANÇA NO BRASIL

BRASIL É O 2º NO RANKING MUNDIAL DE FURTOS EM LOJAS, DIZ ESTUDO

Prejuízos causados pelo crime e por erros administrativos no comércio brasileiro somaram R$ 3,9 bilhões entre 2009 e 2010.
FONTE: BBC

O Brasil ocupa, ao lado do Marrocos, o segundo posto no ranking dos países onde há mais prejuízos causados por furtos em lojas, segundo um estudo de uma organização britânica especializada em vendas no varejo.
Intitulado Barômetro Global de Furtos no Varejo, a pesquisa calcula que entre julho de 2009 e junho deste ano os lojistas brasileiros perderam R$ 3,9 bilhões em furtos e erros administrativos.
O valor representa 1,64% do total das vendas no período e, proporcionalmente, só é inferior ao da Índia (2,72%). Participaram do levantamento no Brasil 37 redes varejistas de variados setores, com 29.132 lojas espalhadas pelo país.

Aumento nos prejuízos
Do total dos prejuízos registrados por lojistas brasileiros, 32,8% foram atribuídos a furtos por clientes, 43,4%, a furtos por funcionários e 7,6%, a fraudes envolvendo fornecedores e vendedores. Outros 16,2% foram creditados a outros tipos de erros.
O Brasil foi o único entre os 40 países pesquisados a ter registrado aumento nos prejuízos, ainda que o crescimento tenha sido de apenas 0,02 ponto percentual em relação a 2009.
Em entrevista à BBC Brasil, Joshua Bamfield, diretor do Centro de Pesquisas do Varejo (órgão que conduziu o estudo), diz que não se pode creditar a piora do índice brasileiro somente à criminalidade. "Os lojistas têm trabalhado duro em identificar perdas, então parte desse aumento pode ser atribuído a uma maior precisão nos dados."

América Latina
Além do Brasil, participaram do estudo outros dois países latino-americanos: o México, 5º colocado da lista, com perdas causadas por furtos equivalentes a 1,61% das vendas, e a Argentina, em 11º lugar, com 1,48%.
No ranking geral, Índia, Brasil e Marrocos são seguidos por África do Sul, Rússia, México, Tailândia, Malásia e Turquia.
No outro extremo da tabela, figuram entre os países com menores perdas causadas por furtos Taiwan (0,87%), Hong Kong (0,91%) e Áustria (0,97%).
Os Estados Unidos (10º lugar e 1,5%), o Canadá (12º e 1,42%) e a Austrália (15º e 1,32%) foram os países desenvolvidos que tiveram pior desempenho.

Melhora em relação a 2009
O estudo calcula em R$ 182 bilhões o total de perdas causadas por furtos em 2010 no mundo todo, o equivalente a 1,36% do valor das vendas. O índice é 5,6% menor do que o registrado em 2009, resultado creditado à melhor situação da economia mundial e ao aumento de 9,3% nos investimentos em segurança, que custaram R$ 45,4 bilhões aos cofres das lojas em 2010.
As maiores reduções em furtos ocorreram na Índia (15,1%) e nos países da América do Norte (6,9%, em média).
Os setores que mais registraram ocorrências foram os de peças de carros e materiais de construção (1,81%); roupas e acessórios (1,72%); e cosméticos (1,7%).
Já os menos afetados foram os de bebidas alcoólicas (0,72%); calçados e artigos esportivos (0,76%); eletrônicos e computadores (0,87%).

Lâminas de barbear
As lojas relataram ter detido 6,2 milhões de ladrões em 2010, dos quais 800 mil eram seus próprios funcionários. Os lojistas que mais apreenderam criminosos foram os europeus (3,4 milhões), seguidos pelos norte-americanos (2,5 milhões).
Em média, cada furto por cliente gerou prejuízo de R$ 330; já os furtos de funcionários custaram R$ 3,29 mil cada.
Entre os itens mais furtados destacaram-se lâminas e cremes de barbear, smartphones, perfumes, bebidas, carne fresca, escovas de dente elétricas, café, DVDs, jogos eletrônicos, bolsas.

ARTIGO TÉCNICO

AUTOR: ANDRÉ LUIZ PADILHA FERREIRA
Publicado no site www.administradores.com

RECURSOS HUMANOS.
UMA PODEROSA FERRAMENTA EM PROL DA SEGURANÇA CORPORATIVA.

Estamos vivendo tempos de constantes mudanças, quer seja por imposição do mercado consumidor, quer seja por imposições legais, são os mais variados motivos que de uma forma ou de outra impõem a necessidade de mudar os modelos de gestão que hoje são empregados para o recrutamento e seleção nas empresas.

O capital humano sem dúvida nenhuma é o principal ativo que as empresas possuem atualmente, pois segundo “Abraham Maslow” (Motivation and Personality), o ser humano vive em uma busca frenética para satisfazer suas necessidades pessoais, que são escalonas em ordem de prioridades, a cada novo desafio vencido sempre haverá outro que ira surgir, é uma realidade, que é aplicada as grandes organizações.

A era industrial foi um importante passo dado em prol do progresso, e uma das figuras históricas da época foi Fayol (Funções Administrativas - Planejar, Organizar, Liderar e Controlar – Teoria Geral da Administração), naquele período as industriais visavam principalmente os processos, sua eficiência e a produtividade acima de tudo, deixando o ser humano em segundo plano, uma realidade que ao passar dos anos também foi se modificando, alguns teóricos aprimoraram essa teoria para as atuais necessidades das empresas, que estão inseridas em um ambiente bastante mutável.

O processo de recrutamento e seleção para ocupar um determinado cargo/função de uma organização, principalmente para uma área estratégica, sensível ou vital, têm que planejada de forma cautelosa, visando acima de tudo selecionar a pessoa certa, com as habilidades, competências (influência, desenvolvimentos de pessoas, habilidades para gerenciar mudanças, liderança de pessoas) e as principais características comportamentais (capacidade de trabalhar sob pressão, resilência, perseverança, autoconfiança, capacidade de tomada de decisões em um curto espaço de tempo) requeridas para desempenhar tal atividade dentro do quadro funcional da sua empresa. O departamento de Recursos Humanos tem um papel estratégico e fundamental (atrair, reter e desenvolver o capital humano no âmbito interno das organizações) esse é um paradigma ainda não quebrado em muitas organizações.

O processo de “seleção e recrutamento” (conjunto de procedimentos que visa atrair candidatos potencialmente qualificados e capazes para ocupar um determinado cargo/função dentro da organização – Chiavenato) necessita ser norteado de outros protocolos de segurança para minimizar os riscos de problemas futuros após a contratação, alguns itens devem ser abordados com ênfase, mas sem ferir os direitos garantidos na Constituição Federal de 1988, na Consolidação das Leis Trabalhistas de 01 de maio de 1943, Normas Regulamentadoras do MTe – Ministério do Trabalho e Emprego, além de outras leis que não podem se deixadas de lado, tipo o CPB – Código Penal Brasileiro.

Alguns pontos importantes que devem ser observados pelo departamento de Recursos humanos antes de contratar um profissional:

  Recrutamento: durante este processo, cooptar o número ideal de currículos para preencher determinada vaga, para evitar o que chamamos de “gold plating” (trabalho supérfluo), ou através de programas inovadores requisitar no banco de dados da empresa os currículos que atendam os requisitos básicos para participar do processo seletivo. É claro que todo este esforço temporário depende de outros fatores, que cabe ao responsável do departamento de recursos humanos avaliar na hora de realizar a melhor metodologia para realizar o recrutamento, interno ou externo, de acordo com a política que cada empresa adota para cada caso.

  Seleção: Após a escolha dos candidatos, a aplicação de testes técnicos, quando a função exigir é parte fundamental para avaliação dos candidatos, porém a participação do departamento solicitante na elaboração do teste é outro fator de sucesso para avaliar qual dos candidatos está realmente capacitado para ocupar a vaga em questão. Muitas empresas não fazem este tipo de procedimento, não há essa interação entre os departamentos, o que é muito prejudicial na hora da escolha final.

Após a etapa da seleção, outro ponto não pode ser esquecido, a “pesquisa social”. Pesquisa aprofundada do histórico profissional: manter contato com as demais empresas por onde o profissional que está sendo contratado já passou é muito importante, ratificar as informações que estão sendo fornecidas, as dúvidas devem ser dirimidas neste momento. Lembramos neste artigo que pesquisas ao SPC e SERASA (Serviço de Proteção ao Crédito) entre outros são permitidas, porém o candidato pesquisado não pode ser excluído por estar com alguma restrição deste tipo (Artigo 1º da Lei nº 9.029.1995).

Mesmo após a pesquisa social, aprovação da contratação do profissional pela diretoria da empresa, chegou o momento da contratação, inicia-se uma nova etapa, porém de suma importância, que podemos chamar de ambientação ou integração, poucas empresa têm a preocupação de realizar essa apresentação formal do novo funcionário aos “Stakeholders” ou mais conhecido como “CEO” (Chef Executive Officer), saber o nível de influência de cada um nos processos internos da organização, se a organização usa a técnica do “Benchmarking”, qual é o tipo de cultura organizacional que a organização adota (missão e valores), e principalmente qual é o “Core Bunisess” (negócio principal ou atividade principal da empresa).

Todas essas informações devem ser passadas com clareza para novo funcionário, neste momento a presença de um “Coach” (professor ou treinador) é muito importante, caso contrário o processo de “cognição” (ato ou ação de conhecer, aquisição de um conhecimento) pode estar seriamente comprometido.

E finalmente monitorar se a “passagem de função” esta ocorrendo de forma clara e objetiva, se o ocupante da função tem todo o conhecimento produzido armazenado de forma segura e correta (backup), para que não haja represarias ou retaliação por parte de quem esta saindo da empresa, essa medida preventiva segue o que chamamos de “política de segurança das informações” (conjunto de medidas utilizadas nas empresas para proteger as informações sigilosas contra ameaças internas e externas).

São inúmeros os cuidados que o departamento de Recursos Humanos de uma organização deve ter ao realizar um processo seletivo seguro e eficiente, e ao mesmo tempo atender as expectativas da alta cúpula, com relação ao profissional que está sendo contratado, mesmo após a contratação.

Estes cuidados devem ser tomados em qualquer nova aquisição para o quadro funcional, em qualquer nível hierárquico, e principalmente deve se tornar uma rotina administrativa, de forma a minimizar problemas mesmo após o término do prazo de experiência estipulado em lei (90 dias). Essa visão “holística” (novo paradigma que se apresenta para as organizações do mundo moderno) dos processos de recrutamento e seleção favorece a “vantagem competitiva” de uma empresa sobre as demais concorrentes (Michael Potter), reduzindo o “Turnover” (ferramenta utilizada pelo departamento de recursos humanos para mensurar as admissões e demissões em determinado período) a empresa poderá obter um bom índice de produtividade.

Essa preocupação no processo de recrutamento e seleção é uma premissa básica que deve ser observada com muito cuidado pelo departamento de recursos humanos que atua de forma estratégica, por esse motivo se torna uma poderosa ferramenta para o setor de segurança corporativa nas empresas/organizações que atuam em um mercado altamente competitivo.

André Luiz Padilha Ferreira Tecnólogo em Segurança Privada Pós-Graduado: Consultorias e Executivo na Área de Recursos Humanos. Segurança Pessoal Privado – SSP Analista em Segurança de Riscos Empresariais e Corporativos E-mail: andluipad@gmail.com / padilha.ferreira@yahoo.com.br Fone: (91) 8862-2438 / (91) 8258-5918

SEGURANÇA NA INTERNET

E-MAILS DE GOLPES VIRTUAIS AGORA CHEGAM COM NOME E CPF DA VÍTIMA

Por Renato Rodrigues, do IDG Now!
Publicada em 04 de novembro de 2010 às 08h30

Phishing scam, supostamente de seu banco, vem com nome completo e o número do CPF, em uma tentativa de legitimar o falso comunicado.
Os cibercriminosos que aplicam golpes de phishing scam – o tipo de cibergolpe mais comum na web brasileira – adicionaram um novo grau de sofisticação. Agora, o internauta recebe um e-mail, supostamente de seu banco, com seu nome completo e o número do seu CPF, numa tentativa de legitimar a mensagem falsa.
A mensagem que está circulando na web usa o nome de um grande banco brasileiro, e tanto no campo Assunto quanto no corpo da mensagem apresenta o nome completo do destinatário, além do número do CPF. Isso torna o e-mail ainda mais convincente. Para piorar, as pesquisas indicam que o internauta brasileiro não sabe identificar uma falso comunicado.
"O número do CPF é muito importante. Com a posse dele é possível a um criminoso roubar sua identidade e causar muitos prejuízos, ou em alguns casos produzir mensagens personalizadas de phishing, como essa", explica Fabio Assolini, analista sênior de malware da Kaspersky Lab, que identificou a nova tendência.
Assolini explica que essa não é a primeira vez que internautas no Brasil recebem esse tipo de golpe usando dados pessoais. Ano passado, clientes da TAM foram alvo de mensagens maliciosas que mostravam não só o nome completo como também o número do cartão do programa de pontos por fidelidade. Em 2009, no mundo todo, foram enviados 3,9 bilhões de phishings.
"Esse tipo de informação sensível geralmente é fruto de incidentes de vazamento de dados – que podem ocorrer de diversas formas: desde um servidor invadido por cibercriminosos que roubam os dados até a perda de notebooks ou pendrives com informações corporativas", diz Assolini.
Para o analista, o internauta não tem muito o que fazer para se proteger. Caso a empresa de e-commerce em que o internauta tenha feito o cadastro sofra um ataque e tenha o banco de dados roubado, o usuário torna-se uma vitima em potencial.
"No caso do CPF e outros dados temos um cenário pior: esse tipo de informação pode ser facilmente comprada pela internet ou em bancas de camelô", diz.

SERVIÇOS EM SEGURANÇA DO TRABALHO

RAUL S. LOPES

       Serviços de Segurança e Higiene Ocupacional
Fone/Fax: (91) 32635873 - Cel. (91) 8181-3400 / 88167475

Realização de avaliações quantitativas e qualitativas

Avaliação de Dosimetria de Ruído
Avaliação de sobre carga Termica
Avaliaçãode Agentes Quimicos no Geral
Avaliação de Iluminancia
Avaliação de Vibração
Laudos de Insalubridades e Periculosidades
laudos de Ergnomia.
Paletras na area de segurança do Trabalho
Montar brigada de Incêndio
curso de primeiros socorros
curso de brigada de Incêndio
PPRA
PCMAT
PCMSO

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL ASE

Saiba o que é, como obter e as vantagens de possuir esta certificação profissional de segurança a nível nacional. Seja através de realização de exame ou análise curricular. Para maiores informações acesse o link abaixo:

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

ARTIGO CIENTÍFICO

AUTOR: Jorge Aldir Aranha da Costa
Publicado na revista FAZ: Ciência & Tecnologia VOL 4 Pág 6,7 2009 ISSN 1809-936X
INTRODUÇÃO
            Neste mercado extremamente competitivo, as organizações empresariais não podem dar-se ao luxo de conviverem com a “insônia” provocada pela conseqüência da materialização dos riscos afetos ao negócio, ou seja, estamos nos referindo as tão mal fadadas perdas empresariais. Não devemos tratar a perda de forma pontual, ou seja, estimá-la somente sobre o valor direto do bem sinistrado, mas sim levar em conta o custo conseqüente da logística de reposição, substituições permanentes ou temporárias e ressarcimentos securitários devidamente abatidos os valores dos prêmios pagos, etc. Caso bem não esteja disponível no local previsto em tempo hábil, na quantidade desejada, dentro dos padrões de qualidade exigidos pelo cliente, a um custo acessível e com valores agregados (inclusive a segurança), em que pese a necessidade de absorção deste pelo seu nicho de mercado consumidor, poderemos estar concorrendo a danos irreparáveis que podem macular de maneira irrefutável e irreversível, vetores empresariais denominados fatores críticos de sucesso, tais como:imagem, logística, qualidade, cultura, etc... Para garantir que estes atributos empresariais não sejam transformados em “massa falida” ao longo da história, entra em cena a segurança empresarial, só que com uma nova roupagem. Para entendermos bem este comportamento do novo enfoque da segurança empresarial, como item de valor agregado aos bens de consumo ou serviços prestados pelo mercado, devemos entender como funciona seu ciclo.
DESENVOLVIMENTO
         O Ciclo da Segurança envolve 3 etapas claramente definidas, sendo a primeira delas a etapa prevencionista, a segunda a fase rotina de contingência e por fim a fase de reorganização e correção das rotinas. Vamos a partir de já entender como funciona cada uma destas etapas, bem como a correlação entre cada uma delas.
         A fase da etapa prevencionista tem como vetor inicial e imperativo uma relação de entendimento entre contratante e contratada na qual esta (na maioria das vezes uma empresa especializada em soluções em Segurança e/ou um Consultor especialista no assunto) deve passar a entender as necessidades do seu “porspect”. Neste momento o futuro prestador de serviço deve iniciar a ambientação com o negócio de seu futuro cliente, além do que passa a conhecer os riscos reais e potenciais afetos ao negócio dele, bem como suas respectivas origens. Passa a ter uma visão geral dos macro-ambientes interno e externo. Somente assim a segurança pode inserir-se no contexto de seu cliente potencial. Dando prosseguimento nesta etapa, temos a necessidade de planejar as contramedidas que irão mitigar as possibilidades de materialização dos riscos levantados. Tal planejamento pode ser realizado através de soluções agregadas de ferramentas, tais como:
  • análise e gerenciamento de riscos;
  • plano diretor de gerenciamento de riscos;
  • pano diretor de segurança empresarial;
  • estratégias táticas de contramedidas;

         Através deste planejamento, surgem as primeiras normatizações para as ações de segurança. Sendo assim podemos prosseguir para o próximo episódio que é a execução do plano que segue parelho com as ferramentas de controle e avaliação, cujo principal objetivo é encontrar falhas, que possam resultar em risco concretizado, e corrigi-las no cerne do projeto, o planejamento. Temos então concluída a primeira fase do ciclo da segurança. Vale observar que existe um ponto crucial nesta etapa, que está intrinsecamente ligada ao controle e avaliação. Estamos nos referindo ao fato do risco migrar de foco toda vez que se fecha o cerco sobre tais ameaças. Risco não é como uma caça que podemos perseguir e abatê-la, caso a segurança não o monitore constantemente ela pode ser surpreendida a qualquer momento. Certa feita quando ocorrer “a falha”, indesejada ou não, e o fator surpresa entra em cena, passamos para a segunda etapa do ciclo. A contingência.
          Nesta segunda etapa do ciclo, o gestor de segurança, bem como cada um dos integrantes de sua equipe devem saber exatamente o que fazer. Para tanto na etapa anterior (prevenção), mais precisamente na fase de planejamento, deve ficar estabelecido cada uma das ações desta segunda etapa do ciclo, através de elaborações de planos de ações e medidas como:
  • plano de contingência;
  • plano de abandono de área;
  • plano de gerenciamento de crise;
  • plano de continuidade dos negócios;
         Na visão macro do gestor de segurança, os planos acima visam estabelecer todas as ações, passo-a-passo, a serem tomadas em caso de concretização do(s) risco(s) real(is) e/ou potencial(is) direcionando as ações específicas em cada um dos processos, determinando quem será o responsável pela execução, bem como quem deverá tomar a decisão nos diversos níveis. Uma vez que a contingência esteja controlada e, conseqüentemente, o risco passe a ficar sob domínio, a segurança passa para a terceira e última etapa do seu ciclo. A correção.
          Nesta terceira e ultima etapa do ciclo, o gestor de segurança necessita entender como se desencadeou a materialização do risco, o que requer uma análise acurada do processo como um todo. Sendo assim existe a imperiosa necessidade de realizar, na ordem que segue, as ações abaixo:
  • Identificação do problema – Pontuar qual foi a efetiva causa do problema sem se importar com as conseqüências da concretização do risco;
  • Análise do fenômeno – Identificar quais foram as extensões conseqüentes da materialização do risco;
  • Análise crítica dos atores – Trata da auditoria dos atores envolvidos direta e indiretamente na ocorrência do evento. Esta medida pode ser implementada através de sindicância administrativa, investigação, ou outra ferramenta qualquer de análise;
  • Análise crítica dos processos – Trata da avaliação técnica dos sistemas envolvidos na materialização do evento. Normalmente não é feita pelo gestor de segurança. Sendo assim requer contratação de pessoal especializado ou o trabalho com uma equipe multidisciplinar;
  • Elaboração das hipóteses – Trata da etapa da análise na qual o gestor passa a construir o conceito de conhecimento sobre as prováveis causas da ocorrência do evento. São os diversos caminhos que podem ser trilhados, e que podem levar a conclusão sobre o fato para posterior elaboração das medidas de correção;
  • Plano de ação – Trata da elaboração das rotinas a serem seguidas para o desenvolvimento da análise crítica, ou seja, elaboração das rotinas de auditoria ou plano de investigação.
  • Elaboração das ações corretivas – Trata da reformulação do projeto inicial que nasceu com o planejamento na primeira etapa do ciclo, ou seja, o que vai dar origem ao “as built” do projeto de segurança.
  • Ampliação do escopo da solução – Normalmente aprendemos muito com os erros, sendo assim todas as ações corretivas anteriores podem ser ampliadas para todas as unidades que possuem o mesmo nível de risco e mesmo “core business”.

CONCLUSÃO
          Pelo que vimos para nos permitirmos permanecer na esfera preventiva, é salutar e inteligente que cada projeto de segurança seja efetuado com extrema meticulosidade. Cada cliente tem seu perfil próprio, em assim sendo não pode e nem deve haver “receita de bolo”, ou como queiram “Ctrl C e Ctrl V”. Com base nestas premissas nós, gestores de segurança empresarial, temos árdua missão de fornecer ao mercado as soluções adequadas a cada uma das necessidades de nossos clientes e “prospects”, de forma inteligente, íntegra, com qualidade, e de forma personalizada. Além do mais temos a nobre missão de manter o ciclo da segurança por mais tempo possível na esfera preventiva, e com isto somar esforços junto a nossos clientes para alcançarmos o lugar mais alto do pódium da competitividade. Este é o grande desafio do profissional moderno de segurança privada.

SOLDADO DO EXÉRCITO MORRE COM TIRO NA CABEÇA NO COMPLEXO DO ALEMÃO

Para ler na íntegra esta notícia acesse o link abaixo e veja mais notícias afins na mesma página.

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4872480-EI17320,00-Exercito+militar+morto+no+Alemao+foi+atingido+na+cabeca.html

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

VESTIBULAR PARA CURSO DE GESTÃO DA SEGURANÇA PRIVADA FAZ/IPIRANGA

Processo seletivo unificado IPIRANGA & FAZ para 2011
  • Informações através do telefone 0800-722-4212;
  • Faça sua inscrição através do site www.faculdadeipiranga.com.br  e agende sua prova para o dia 9 ou 19 de janeiro de 2011;
  • Taxa de inscrição de R$50,00

CURSO DE FORMAÇÃO DE INSPETORES DE SEGURANÇA

PRIMEIRA TURMA
TURMA PAR – 14, 16,18 de fevereiro de 2011
TURMA ÍMPAR – 21, 23, 25 de fevereiro de 2011
SEGUNDA TURMA
TURMA ÍMPAR – 09, 11, 13 de maio de 2011
TURMA PAR – 16, 18, 20 de maio de 2011

CARGA HORÁRIA = 30 horas
HORÁRIO DE 08:00 às 18:00
INVESTIMENTO = R$ 200,00

Informações através do telefone 091-32339549 ou encaminhe um e-mail para smpbelem@gmail.com

CONCURSO PÚBLICO PARA PETROBRÁS - VAGAS PARA INSPETOR DE SEGURANÇA

Está autorizado o concurso da Petrobrás com diversas vagas disponíveis para todo Brasil, inclusive para inspetores de segurança patrimonial, com nível mínimo exigido de escolaridade do segundo grau completo. Veja a transcrição do edital:

CARGO: INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR
REQUISITOS:
certificado de conclusão ou diploma de curso de nível médio, expedido por instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação, Secretarias ou Conselhos Estaduais de Educação; certificado de formação de vigilante devidamente registrado no Departamento de Polícia Federal e atualizado pelo certificado de reciclagem do Curso de Formação de Vigilante nos últimos dois anos; possuir experiência mínima de 06 meses no exercício da profissão de vigilante ou comprovação de prestação de serviço militar de 1ª categoria nas Forças Armadas ou apresentar declaração de haver integrado o Corpo de Bombeiros Militar, Guarda Municipal ou as polícias Civil, Federal, Ferroviária Federal, Militar, Rodoviária Federal, por no mínimo 6 meses; Carteira Nacional de Habilitação, no mínimo, categoria B.
EXEMPLO DE ATRIBUIÇÕES:
executar e participar de atividades de fiscalização e controle da movimentação de pessoas, veículos, produtos, equipamentos e materiais, adotando medidas de prevenção a incidentes e acidentes; realizar rondas, patrulhas e revistas, assegurando a ordem e a continuidade operacional.
REMUNERAÇÃO:
salário básico de R$ 1.192,87 com garantia de remuneração mínima de R$ 1.801,37.

PROJETO SECURITY MANAGEMENT

Neste novo século é comum observarmos nos organogramas das organizações empresariais a presença imprescindível uma nova e importante célula: a segurança empresarial. A sobrevivência destas organizações, neste mercado altamente competitivo, depende cada vez mais da efetividade das ações de profissionais devidamente habilitados, capacitados e qualificados para o exercício técnico-profissional desta importante atividade empresarial, cujo perfil abrange valores como:
  • visão estratégica, tática/técnica, e operacional;
  • conhecimento de gestão dos processos e dos recursos tecnológicos inerentes a atividade;
  • visão de futuro;
  • raciocínio lógico;
  • vigor físico;
  • boa relação interpessoal e intrapessoal.
Para atender esta demanda por aprimoramento continuado desta mão de obra especializada aqui na região norte do país, o Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Segurança Privada da Faculdade de Tecnologia da Amazônia em parceria com a MCL ENGENHARIA e o Núcleo de Inovação Empresarial (NIE) das Faculdades Integradas Ipiranga e a MCL Engenharia, lança o PROJETO SECURITY MANAGEMENT.

SOLUÇÕES CORPORATIVAS:
·  Elaboração e implantação de projetos de segurança;
·  Análise de riscos;
·  Elaboração de plano de abandono de área;
·  Elaboração de plano de contingência e emergência;
·  Outsourcing;
·  Gerenciamento de riscos no transporte de cargas;
·  Treinamentos e cursos “in company”;
·  Palestras e eventos;
·  Cursos de capacitação profissional;

NOSSOS CURSOS:

Curso de Técnicas operacionais;
 Curso de elaboração de plano de segurança bancária;
Curso de elaboração de projetos de segurança;
Formação de Inspetores de Segurança;
Formação de Supervisores de Segurança;
Gerenciamento de crise;
Gerenciamento de riscos no transporte de cargas;
Gestão em transporte de valores;
Investigação empresarial;
Primeiros atendimentos pré-hospitalares;
Processos de segurança patrimonial;
Segurança das informações;
Técnica de segurança em eventos;
Técnica de segurança em hospitais;
Técnicas de segurança bancária;
Técnicas de segurança em condomínios;
Técnicas de segurança em escolas;
 Técnicas de  segurança em hotéis e similares;
Técnicas de segurança em shopping Center;
Técnicas de sobrevivência na selva;
Técnicas para a função de agentes de portarias;
Técnicas para a função de fiscal de loja;
Tecnologia em segurança;

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